Fluminense 2x1 Palmeiras - Barueri - 11.500 - Carlinhos e Tartá
Tricolores, eu estava lá e vi. Domingo, invadimos São Paulo. Mais de onze mil tricolores sairam de todos os cantos do Brasil, vindo de todas as formas e invadiu Barueri.
Impressionante! Na Dutra, a todo momento passava um carro, um ônibus ou uma van com tricolores encaminhando-se pro jogo.
Na subida da Serra das Araras, até uma ambulante vendia bandeiras do Tricolores. Show! Em um dos pedágios um grupo de tricolores saltou e fez uma bagunça sadia nas cancelas. No Graal de Resende, onde paramos para lanchar, inúmeros tricolores faziam com a gente.
Chegamos em Barueri (antes, paramos no Ibirapuera, na Sampa Flu) e parecíamos que estávamos no Rio de Janeiro (inclusive pelo calor) tal a quantidade de torcedores do Fluminense, lá. E eles não paravam de chegar!
Sobre o jogo, um "resumo resumindo": O Flu se esforçou para não vencer um jogo fácil, mais venceu, e é isso que importa.
Na volta, só alegria. Na parada na estrada, na volta, para lanche, multidões de tricolores. Até meu ex-futuro-sogro estava lá. Risos!
Enfim, a minha fé no título é mais do que nunca, inabalável! Falta um jogo... Um joguinho!
terça-feira, novembro 30, 2010
quarta-feira, novembro 24, 2010
A dois passos do paraíso
Fluminense 4x1 São Paulo - Arena Barueri - 10.000 - Gum, Conca(2) e Fred
Que Domingo espetacular para nós tricolores e especialmente para mim que fui à São Paulo ver o jogo e o show do Paul McCartney, portanto assisti a dois shows: do time e torcida do Flu em Barueri e do ex-Beatles, no Morumbi.
E o que parecia fácil foi sofrido, tanto a minha viagem quanto o jogo. A começar perdi o avião e fui de carro com um amigo para São Paulo. Entrei no estádio com dez minutos de jogo já começados. e o jogo então...
A despeito do pedido de sua torcida para entregar o jogo o São Paulo, endureceu e muito a peleja. Até as expulsões justas dos dois jogadores dos paulistas (Xandão e Richarlyson) o jogo foi encruado, até por que os atacantes do Flu, principalmente Washington teimavam em perder gols.
O jogo estava um a um, o Tricolor atacava e chutava todas para fora quando um torcedor do São Paulo levantou foi para a beira da arquiba e gritou: "Chuta para o gol, pô" Hilário! Os caras torciam para nossos atacantes fazerem gols!
E eles passaram a fazer. Primeiro foi Conca, depois Fred e por último, Conca! Enquanto isso o Corinthians empatava com o Vitória. Rodada perfeita. O jogo do Corinthians terminou antes do nosso, e como o nosso já estava decidido com a goleada consolidada, a alegria veio antes do apito final.
Reassumimos a liderança. Estamos a dois passo do paraíso. Muita calma nessa hora. Nada está definido. Sem oba-oba! Com humildade, concentração e raça a taça será nossa!
Minha fé no título, mais do nunca, continua inabalável!
Que Domingo espetacular para nós tricolores e especialmente para mim que fui à São Paulo ver o jogo e o show do Paul McCartney, portanto assisti a dois shows: do time e torcida do Flu em Barueri e do ex-Beatles, no Morumbi.
E o que parecia fácil foi sofrido, tanto a minha viagem quanto o jogo. A começar perdi o avião e fui de carro com um amigo para São Paulo. Entrei no estádio com dez minutos de jogo já começados. e o jogo então...
A despeito do pedido de sua torcida para entregar o jogo o São Paulo, endureceu e muito a peleja. Até as expulsões justas dos dois jogadores dos paulistas (Xandão e Richarlyson) o jogo foi encruado, até por que os atacantes do Flu, principalmente Washington teimavam em perder gols.
O jogo estava um a um, o Tricolor atacava e chutava todas para fora quando um torcedor do São Paulo levantou foi para a beira da arquiba e gritou: "Chuta para o gol, pô" Hilário! Os caras torciam para nossos atacantes fazerem gols!
E eles passaram a fazer. Primeiro foi Conca, depois Fred e por último, Conca! Enquanto isso o Corinthians empatava com o Vitória. Rodada perfeita. O jogo do Corinthians terminou antes do nosso, e como o nosso já estava decidido com a goleada consolidada, a alegria veio antes do apito final.
Reassumimos a liderança. Estamos a dois passo do paraíso. Muita calma nessa hora. Nada está definido. Sem oba-oba! Com humildade, concentração e raça a taça será nossa!
Minha fé no título, mais do nunca, continua inabalável!
terça-feira, novembro 16, 2010
Quando a torcida atrapalha
Tricolores,
Tem certos momentos em que o torcedor atrapalha mais que ajuda. Ninguém é mais Tricolor que ninguém. Todos são iguais. Desde o que viaja até o exterior para ver o time jogar até o que fica apenas no radinho ou vendo na TV o time jogar. Até por que o estádio não comporta os milhões de Tricolores espalhados pelo mundo.
Mas, o problema que tem um monte de Tricolor que vai ao estádio de última hora e aí por não entender como funciona o time, por não estar acostumado a torcer, sofrer e vibrar, por achar que tudo vai ser fácil e acontecer do jeito que quer que aconteça, acaba atrapalhando o time.
O que eu vi Domingo foi de chorar. Uma penca de tricolores com máquina fotográfica tirando foto como se tivesse no parque de diversões. Gente filmando o jogo, como se tivesse visitando a Torre Eiffel. Porra, é final! Tem que vibrar, gritar, torcer, rezar, empurrar o time, enfim ficar focado no jogo!
Mas, o pior foi o final! Após o empate, gente dizendo: "acabou". Ou: "Não dá mais". E por aí vai. Estes de fato não conhecem a história do time. Todos os títulos que vi (de 80 pra cá) foram sofridos. O de 80, foi com um gol aos quarenta do segundo tempo. O de 83, no minuto final. Brasileiro de 84, num zero-a-zero angustiante. Em 85, tivemos que virar o jogo. O de 95, com um gol de barriga no final . De 2005, uma cabeçada aos 47 do segundo tempo, após sairmos perdendo. A Copa do Brasil de 2007, empatamos o primeiro jogo no Maracanã e tivemos que reverter o resultado em Floripa. É sempre assim, sofrido. Ou no final, ou tendo que reverter placares, ou ambos. Portanto, estes que dizem que acabou, não conhecem a história do seu clube.
A esses tricolores de plantão denominamos Tricolebas (Tricolores perebas). São tricolores como todo mundo? São. Mas, não sabem torcer. A estes eu peço: Fiquem em casa. Não tomem vaga daqueles tricolores que vão a todos os jogos e que sofrem, vibram, choram e principalmente acreditam até o último segundo no triunfo tricolor. Assistam de casa que será mais produtivo e benéfico pro time.
PS: Quando o Fluminense fizer seu estádio que o faça com capacidade para vinte mil pessoas. São as vinte mil que vão a todos os jogos empurrar o time. No estádio, o Fluminense não precisa mais do que os vinte mil lunáticos que amam o time acima de todas as coisas!
Tem certos momentos em que o torcedor atrapalha mais que ajuda. Ninguém é mais Tricolor que ninguém. Todos são iguais. Desde o que viaja até o exterior para ver o time jogar até o que fica apenas no radinho ou vendo na TV o time jogar. Até por que o estádio não comporta os milhões de Tricolores espalhados pelo mundo.
Mas, o problema que tem um monte de Tricolor que vai ao estádio de última hora e aí por não entender como funciona o time, por não estar acostumado a torcer, sofrer e vibrar, por achar que tudo vai ser fácil e acontecer do jeito que quer que aconteça, acaba atrapalhando o time.
O que eu vi Domingo foi de chorar. Uma penca de tricolores com máquina fotográfica tirando foto como se tivesse no parque de diversões. Gente filmando o jogo, como se tivesse visitando a Torre Eiffel. Porra, é final! Tem que vibrar, gritar, torcer, rezar, empurrar o time, enfim ficar focado no jogo!
Mas, o pior foi o final! Após o empate, gente dizendo: "acabou". Ou: "Não dá mais". E por aí vai. Estes de fato não conhecem a história do time. Todos os títulos que vi (de 80 pra cá) foram sofridos. O de 80, foi com um gol aos quarenta do segundo tempo. O de 83, no minuto final. Brasileiro de 84, num zero-a-zero angustiante. Em 85, tivemos que virar o jogo. O de 95, com um gol de barriga no final . De 2005, uma cabeçada aos 47 do segundo tempo, após sairmos perdendo. A Copa do Brasil de 2007, empatamos o primeiro jogo no Maracanã e tivemos que reverter o resultado em Floripa. É sempre assim, sofrido. Ou no final, ou tendo que reverter placares, ou ambos. Portanto, estes que dizem que acabou, não conhecem a história do seu clube.
A esses tricolores de plantão denominamos Tricolebas (Tricolores perebas). São tricolores como todo mundo? São. Mas, não sabem torcer. A estes eu peço: Fiquem em casa. Não tomem vaga daqueles tricolores que vão a todos os jogos e que sofrem, vibram, choram e principalmente acreditam até o último segundo no triunfo tricolor. Assistam de casa que será mais produtivo e benéfico pro time.
PS: Quando o Fluminense fizer seu estádio que o faça com capacidade para vinte mil pessoas. São as vinte mil que vão a todos os jogos empurrar o time. No estádio, o Fluminense não precisa mais do que os vinte mil lunáticos que amam o time acima de todas as coisas!
domingo, novembro 14, 2010
Será nó último minuto do último jogo
Fluminense 1x1 Goiás - Engenhão - 36.000 - Conca
Empatar em casa, com um time na zona de rebaixamento, faltando quatro jogos para acabar é cruel! Muito cruel! Quem quer se campeão não pode dar uma bobeira dessa. Nada está perdido. Ficou mais difícil? Sim. Mas quem é Tricolor sabe que nada vem fácil. Seremos campeões no último minuto do último jogo!
O empate começou a se desenhar na péssima escalação de Muricy. Ninguém entendeu por que Bob e Valência e não Diguinho e Valência. Diguinho não pode ficar de fora deste time, assim como Bob não pode ser titular absoluto. Outra bola fora foi a escalação do Deco. Deco é craque e adorei sua contratação, mas pelo visto só poderá ser bem aproveitado pro ano que vem. Além disso, nosso técnico errou ao tentar colocar para jogar juntos Fred e Washington. Naturalmente o time forçava, por isso, as alçadas na área sempre, infrutíferas.
Mas o empate começou a se concretizar com a forte marcação imprimida pelo Goiás, principalmente em cima de Deco e Conca. Continuou com a péssima arbtragem de Simon - sempre ele - que amarrou o jogo todo e acabo o primeiro tempo com um escanteio a favor do Flu. E se realizou com a lambança do Carlinhos que deu a bola nos pés do adversário e marcou mal o lateral que cruzou para Rafael Moura, de cabeça, colocar para dentro em falha de André Luis.
ins
O Fluminense que já jogava mal, com o gol sofrido, piorou! Não atacava muito e o meio-campo, principalmente, Deco, sofriam com a forte marcação. A única jogada de perigo foi um lance individual do Deco que entrou driblando e chutou forte. E só!
O Tricolor voltou para o segundo tempo com Washington e Digunho nos lugares de Tartá e Deco. E o time melhorou. Marcou melhor e atacou bem mais. Fred jogava bem e Carlinhos mal. Simon errava muito e enervava time e torcida. Washington também não acertava muito. Mariano ia bem até a hora de cruzar. Aos trinta, Muricy tirou o péssimo Bob e colocou Rodriguinho. De tanto insistir, o Fluminense chegou ao empate após penalty em Rodriguinho. Conca cobrou e marcou!
O time continuou no ataque, mas insistia muito em bolas alçadas na área. Um erro! E não conseguimos o gol da virada.
Empate ruim! Mas, sem desespero! Precisamos que o Vitória tire pontos do Corinthians e ganhar do São Paulo. Acontecendo isso, seremos campeões. Continuemos com fé! Este título será nosso!
Empatar em casa, com um time na zona de rebaixamento, faltando quatro jogos para acabar é cruel! Muito cruel! Quem quer se campeão não pode dar uma bobeira dessa. Nada está perdido. Ficou mais difícil? Sim. Mas quem é Tricolor sabe que nada vem fácil. Seremos campeões no último minuto do último jogo!
O empate começou a se desenhar na péssima escalação de Muricy. Ninguém entendeu por que Bob e Valência e não Diguinho e Valência. Diguinho não pode ficar de fora deste time, assim como Bob não pode ser titular absoluto. Outra bola fora foi a escalação do Deco. Deco é craque e adorei sua contratação, mas pelo visto só poderá ser bem aproveitado pro ano que vem. Além disso, nosso técnico errou ao tentar colocar para jogar juntos Fred e Washington. Naturalmente o time forçava, por isso, as alçadas na área sempre, infrutíferas.
Mas o empate começou a se concretizar com a forte marcação imprimida pelo Goiás, principalmente em cima de Deco e Conca. Continuou com a péssima arbtragem de Simon - sempre ele - que amarrou o jogo todo e acabo o primeiro tempo com um escanteio a favor do Flu. E se realizou com a lambança do Carlinhos que deu a bola nos pés do adversário e marcou mal o lateral que cruzou para Rafael Moura, de cabeça, colocar para dentro em falha de André Luis.
ins
O Fluminense que já jogava mal, com o gol sofrido, piorou! Não atacava muito e o meio-campo, principalmente, Deco, sofriam com a forte marcação. A única jogada de perigo foi um lance individual do Deco que entrou driblando e chutou forte. E só!
O Tricolor voltou para o segundo tempo com Washington e Digunho nos lugares de Tartá e Deco. E o time melhorou. Marcou melhor e atacou bem mais. Fred jogava bem e Carlinhos mal. Simon errava muito e enervava time e torcida. Washington também não acertava muito. Mariano ia bem até a hora de cruzar. Aos trinta, Muricy tirou o péssimo Bob e colocou Rodriguinho. De tanto insistir, o Fluminense chegou ao empate após penalty em Rodriguinho. Conca cobrou e marcou!
O time continuou no ataque, mas insistia muito em bolas alçadas na área. Um erro! E não conseguimos o gol da virada.
Empate ruim! Mas, sem desespero! Precisamos que o Vitória tire pontos do Corinthians e ganhar do São Paulo. Acontecendo isso, seremos campeões. Continuemos com fé! Este título será nosso!
segunda-feira, novembro 08, 2010
A taça continua sorrindo
Fluminense 1x0 Vasco - Engenhão - 18.000 - Tartá
Que clássico! Que jogo! Que vitória! Uma vitória minúscula no placar, mas maiúscula no valor. O Vasco tem sido uma pedra no sapato do Tricolor. Ontem, jogou como se fosse o último de sua vida. Vendeu caro a derrota... Muito caro.
E o gol saiu logo aos quatro minutos. Valência - que foi um monstro - ganhou uma dividida e tocou para Tartá que arrancou desde a intermediária de defesa do Fluminense e ao chegar na intermediária de ataque tocou para Washington. Este cortou para a direita e soltou um foguete. Prass espalmou e Tartá que nem um foguete ganhou do zagueiro e de carrinho colocou para dentro. Gol!
Até a metade do primeiro tempo, o Tricolor era senhor do jogo. Dominava as ações e não era muito agredido. Mas, a partir dos trinta, o Vasco tomou conta do meio-campo e passou a jogar melhor. Só que esbarrava em suas próprias limitações.
No segundo tempo o Vasco seguiu melhor e Felipe comandava as ações sem ser muito incomodado pelos nossos marcadores. Nossa marcação era frouxa em cima dele. Um erro que poderia nos custar caro.
O Tricolor passou a jogar muito recuado e em contra-ataques. E em dois deles quase fez gol. Não os fez por pura incompetência de nossos atacantes. O primeiro a perder foi Marquinho que cara-a-cara com Prass escolheu a pior opção: cortar para a direita e bater. Quer dizer, tentar bater, pois os zagueiros chegaram antes. Depois, foi a vez de Washington perder um gol feito após arrancada de Conca desde o nosso campo até a área adversária. Ao chegar na frente do goleiro, Conca girou e tocou para Washington fazer. Era para tocar de primeira pro gol. Quis dominar e com isso o zagueiro do Vasco conseguiu chegar para cortar. Inacreditável!
E estes gols perdidos poderiam custar-nos caro. O Vasco quase empatou, quando Nunes chutou meio espirrado e a bola foi parar na trave. Esta o Gravatinha tirou!
O jogou ainda teve emoções por mais cinco minutos além do tempo regulamentar. O Vasco tentou empatar mais a sólida defesa Tricolor segurou o resultado. Destaques para Valência, a defesa, Berna e sempre, Conca. Washington até que jogou bem, mas aquele gol perdido...
Vitória maíscula como já disse. A fé no título é inabalável! Faltam quatro joguinhos... Só quatro!
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