Segunda-feira, Maio 28, 2012

OITO DESFALQUES E UM A MENOS

Fluminense 2x2 Figueirense - Engenhão - Marcos Jr e Wagner

Ontem, mais uma rodada pelo Brasileirão e mais uma vez jogamos com um time recheado de reservas e com nossos principais reservas machucados. Ou seja, alguns que entraram eram reservas dos reservas. Tivemos nada menos do que oito desfalques: Bruno, Valência, Diguinho, Deco, Sóbis, Nem, Rafael Moura e Fred. Fica  difícil, né?

A tarefa torna-se mais complicada quando temos um jogador expulso antes dos tinta minutos do primeiro tempo. Inacreditável! Tudo bem que o Wallace cometeu faltas, mas achei um tremendo exagero do árbitro a expulsão! Com um a menos, mesmo sendo contra o mediano Figueirense a tarefa fica difícil.

O time começou bem. Tocando a bola, explorando as velocidades de Marcos Jr e Wallace pela direita, controlando o jogo e não sendo muito agredido.

Antes de marcar seu gol, o pequeno e veloz Marcos Jr teve duas chances: uma chutou por cima da balisa e outra tocou por debaixo das pernas do goleiro, mas ela foi fraca dando tempo do zagueiro cortar antes que ela entrasse.

Mas, na terceira chance ele não perdoou. Recebeu no meio da área e girou de esquerda. Belo gol! Detalhe da origem do gol foi bela saída de bola ainda na defesa do garoto Samuel!

Como de praxe, depois do gol, o Fluminense diminuiu o ritmo! Deu campo ao adversário que passou a atacar, embora estes ataques quase nunca levavam perigo ao gol de Diego Cavalieri. Num desses ataques, aliás contra-ataques, Wallace parou com falta e levou o segundo amarelo e foi pro chuveiro ainda no primeiro tempo. E isto foi fundamental para que não saíssemos com a vitória.

Abel deslocou Jean para a direita e só mexeu no time na volta do intervalo. Colocou Fábio, no lugar de Samuel e deixou Marcos Jr bem avançado para o escape em contra-ataque. Mas, infelizmente, tomamos o gol aos doze minutos. Num bate-rebate a bola sobrou pra Caio (ex-Botafogo) marcar.

O time ainda teve forças para reagir. Num contra ataque, Thiago Neves fez bela jogada e colocou Marcos Jr e Wagner num 2 contra 1. Marcos Jr girou bem e deixou Wagner livre pra marcar. O problema é que logo em seguida, tomamos um gol, numa bola que desviou em Wagner e morreu no fundo da rede.

Para completar, perdemos nosso melhor jogador na partida, o menino Marcos Jr e Abel errou na substituição colocando o horroroso Matheus Carvalho. Aí, não tinha mais jeito. Era torcer para não sermos derrotados. Lanzini ainda entrou no final, mas não dava pra mais nada.

Perdemos dois pontos importantes em casa. Pontos que não se podem perder.

Pelo menos, fica a certeza que com o time titular, golearíamos. Que mesmo esse time no onze contra onze, ganharíamos fácil. Que mesmo com menos um, mas Marcos Jr em campo ganharíamos. Agora com time reserva, menos um por cinquenta minutos e sem Marcos jr nos vinte minutos finais, era difícil mesmo!

Veja os gols da partida aqui

Domingo, Maio 27, 2012

RECOMEÇO

O futebol imita a vida! Na vida, se tomamos um revés há dois caminhos: se abater e não reagir à adversidade ou levantar a cabeça e continuar lutando por seus objetivos. Pois bem, o Fluminense optará pela segunda.

Realmente torcida, jogadores, comissão técnica e diretoria sentiram a desclassificação da Copa Libertadores com um gol no último minuto para um Boca Jrs que é mais fraco que o nosso time. Tínhamos todas as condições para estarmos no lugar deles e até para sermos campeões. Não deu! Paciência!

Hoje, temos o segundo compromisso pelo Campeonato Brasileiro, onde temos todas as condições para conquistá-los ou no mínimo fazer uma campanha que nos leve de volta ao principal torneio sul-americano.
E não tenho dúvidas que conseguiremos um o outro objetivo.

O adversário da vez é o Figueirense, que jã nos deu alegrias (ganhamos a Copa do Brasil em 2007) em cima deles. Jogaremos com muitos desfalques: Deco, Fred, Nem, Sóbis, Rafael Moura, Valência, Bruno e Diguinho. Mas, como temos um bom elenco temos totais condições de sairmos do Engenhão com a vitória! Iremos a campo com Cavalieir, Wallace, Gum, Anderson, Carlinhos, Jean, Edinho, Thiago Neves, Wagner, Marcos Jr e Samuel.

Vamos pra cima deles! O recomeço é agora!

Sexta-feira, Maio 25, 2012

UMA MEIA DÚZIA DE TRÊS OU QUATRO


Quarta, infelizmente, sofremos o primeiro revés do ano. E que revés! Tomamos um gol aos quarenta e cinco minutos do segundo tempo e fomos eliminados da nossa principal competição do ano: a Libertadores da América.

Pós-eliminação, até certo ponto traumática, pois estávamos bem confiantes na conquista do título, fiquei receoso que a torcida começasse uma caça às bruxas! Já estava esperando por culparem o Rafael Moura pelo gol perdido, o Thiago Neves por não ter decidido, o Gum por não ter acompanhado o Santiago Silva no lance do gol e principalmente, o Abel. Na cabeça da torcida, o técnico sempre é o culpado pelos resultados negativos.

Para minha surpresa na saída do Engenhão, já havia notado que este não era o sentimento da torcida. A imensa maioria, apesar da tristeza pela eliminação, estava de bem com o time, elogiando a postura da equipe e um o outro reclamou do técnico.

Nas redes sociais, idem. A grande maioria reconheceu o trabalho feito até aqui e não sugeriu mudanças no comando técnico do futebol.

Ainda existe uma minoria que prega a demissão do Abel, que o responsabiliza pela derrota. Felizmente é uma minoria. Uma meia dúzia de seis ou quatro que não refletem o sentimento da torcida. E o melhor: a diretoria teve a postura serena de reconhecer o trabalho feito, inclusive por ela mesma, e não se aventurou em mudar o que está muito bom! Os tempos mudaram... Os tempos mudaram, menos para uma meia dúzia de três ou quatro.


Quinta-feira, Maio 24, 2012

LEVANTA, SACODE A POEIRA E DÁ A VOLTA POR CIMA

(MINHA CRÔNICA DE HOJE NO BENDITO FLU)

Futebol é assim. Um dia somos campeões, no outro dia somos eliminados com um gol aos quarenta e cinco do segundo tempo sem que o time adversário tenha feito algo por merecer. Faz parte. O que importa é que o time foi cascudo nesta Libertadores e mostrou que tem time para disputar todos os campeonatos que entra.

Com muitos desfalques ainda – Fred, Deco, Carlinhos – e com Nem à meia bomba, o Fluminense foi a campo com a difícil incumbência de fazer dois gols de diferença num hexacampeão de LIbertadores. E procurou o tempo todo os gols. Enquanto o Fluminesne jogava para o ataque, o Boca Juniors tocava bola e seu goleiro fazia cera desde que começou o jogo. Abel voltou ao esquema 4-2-3-1, coma o Wagner, Thiago Neves e Sóbis fazendo a linha de três e Rafael Moura na frente.

O time começou indo para o ataque com inteligência. Agredindo sem desespero, mas agredindo. Logo no início Rafael Sóbis teve chance de ouro, mas amarelou e em vez de chutar quando estava de cara para o gol preferiu cruzar. O zagueiro adversário cortou. Chance de ouro!

Mas, antes dos vinte, aquele ditado que diz que água mole em pedra dura tanto bate fura, prevaleceu. Falta, longe do gol. Carleto vai para cobrança, chuta forte, a bola desvia no adversário e morre no canto. Eu, da arquibancada, já estava achando que ia pra fora quando ela morreu no fundo da rede. Uma surpresa e um gol que igualava a disputa.

Depois do gol o panorama não mudou. O Boca não conseguia agredir, pois esbarrava na atuação segura da defesa e nas estupendas atuações de Jean e Edinho (este jogou muito). Os argentinos tocavam muito a bola e seu goleiro fazia cera. Gum ganhava todas do Santiago Silva.

O nosso problema estava no ataque. Sóbis não estava naqueles dias de acertar os chutes e Rafael Moura muito mal. Não ganhava uma bola na disputa pelo alto e por baixo era aquela ruindade de sempre! Em compensação Thiago Neves e Wagner jogavam bem.

No segundo tempo o time voltou com menos apetite, mas nem assim deixou de criar jogadas. Porém, também passou a dar chutões em demasia, deixando o Boca com posse de bola maior que no primeiro tempo, já que os rebotes eram deles.

Tivemos duas chances de gol. Uma com Rafael Sóbis que errou um totozinho cruzado dentro da área. A bola passou rente à trave! E a mais clara, com Rafael Moura que dominou no peito com estilo e ficou de frente para o crime, mas não bateu de primeira. Demorou e, quando chutou, ela foi prensada. Ainda sim quase entrou. Ia cruzar a linha mansamente quando um zagueiro deles cortou!

Abel tirou Wagner, colocou Nem e recuou Thiago Neves para o lugar do Wagner, mostrando claramente que queria decidir no tempo normal. O Nem ainda deu uma correria, mas não foi produtivo. Sentiu o ritmo. O time parece que não entendeu o recado e parecia jogar para os pênaltis.

No minuto final, Sóbis, que já estava morto, toma um corte no pescoço e tem que sair. Abel coloca Marcos Jr para ainda tentar matar o jogo num escape. Foi correta a substituição. Não alterou o sistema defensivo e manteve a estrutura de ataque do time.

Mas, aos querenta e cinco, num lance fortuito, o Boca empatou e selou sua classificação. Todo mundo marcado. Riquelme lança. O cara ganha a disputa com Carleto. Daí, foi uma confusão só, e só me lembro do Cavalieri tirando de cima da linha e a bola sobrando pro Santiago Silva (um bonde) dar um tiro de misericórdia nas nossas pretensões.

Não dava para fazer mais nada, infelizmente.

Perdemos a classificação por causa dos desfalques, de um juiz pilantra no primeiro jogo e num lance de extrema infelicidade nossa.

Não tem choro nem vela. Bem-vindos ao futebol!

Futebol não é para fracos. Os fracos vão ficar chorando a eliminação.

Os fortes irão domingo apoiar o time no Engenhão.

Temos time, técnico e torcida para levarmos este brasileirão. O time está encorpado e cascudo. A Libertadores já foi. Não tenho dúvida que estaremos lá de novo em 2013 e, quem sabe, como campeões do Brasil.

Como diria Drummond após a eliminação do Brasil em 1982: “Ganhar... Perder... Viver”!

Quarta-feira, Maio 23, 2012

FORÇA, FÉ E RAÇA

Tricolores,

Hoje temos um confronto dificílimo contra um adversário que é mestre em mata-matas de Libertadores. Já saímos em desvantagem, pois perdemos o primeiro jogo em Buenos Aires. E, além disso, jogaremos com muitos desfalques. Cenário totalmente desfavorável para a gente.

Mais do que nunca teremos que apoiar o time do segundo inicial da partida ao segundo final! Não há espaço para vaias, reclamações e baixo astral! Quem está com este espírito que fique em casa.

O Fluminense já deu mostras do que é capaz. Temos um time encorpado e cascudo. Eles já poderiam ter resolvido a disputa lá em Buenos Aires quando jogaram com 12 (ajuda do juiz) e nós jogamos com 10. Tiveram a oportunidade e não aproveitaram! Agora é a nossa vez!

Força, fé e raça! Confiança total na classificação!

Segunda-feira, Maio 21, 2012

#FluRumoAoTetra


Fluminense 1x0 Corinthians - Pacaembu - Leandro Euzébio

O Tricolor das Laranjeiras estreiou bem no campeonato brasileiro de 2012. Com os reservas dos reservas, entre eles, muitos garotos da base o Fluminense venceu os reservas do Corinthians por um a zero.

Só dois titulares jogaram e mesmo assim a partir do segundo tempo. Com um monte de garotos da base - Wallace, Wellington, Fabio Braga, Marco Jr, Samuel, Mateus Carvalho e Rafinha - e apenas com Berna, Leandro Eusébio, Carleto, Lanzini e Digão do time profissional, Abel armou um esquema bem defensivo para sair em contra-ataques rápidos com a molecada. O esquema deu certo no que diz respeito a parte defensiva, e só não deu certo na questão dos contra-ataques porque Mateus Carvalho e Samuel são ruins. O primeiro teve uma chance de ouro ainda no primeiro tempo ao receber de Lanzini dentro da área e chutar em cima do goleiro.

O Corinthians, apesar de reservas, tinha Liedson, William e Douglas além do goleiro titular Cássio. E sentiu-se na obrigaçao de vencer e foi quem de fato procurou o ataque. Mas, esbarrou na arapuca criada por Abel e no dia feliz de Wellington (apesar de quase ter entregado a rapadura), Eusébio e Digão que jogou bem de volante no que diz respeito à marcação. Os corinthianos procuravam o ataque, mas não criaram lances de perigo no primeiro tempo,

Na volta do intervalo, Abel sacou Lanzini (o que deve decretar a sua volta para o River Plate) e colocou Jean. O Corinthians foi mais ainda pra cima e o Flu não conseguia escapar mesmo com o Marcos Jr atuando. Douglas mandou uma na trave numa bola desviada por Jean. Mas, foi só isso. O Corinthians martelava, martelava, martelava, mas não oferecia perigo.

E aos 26 do segundo tempo, eis que o Fluminense é premiado por sua aplicação tática. Marcos jr cobra escanteio e Leandro Eusébio cabeceia pro fundo da rede. Gol que decretaria o placar final!

Depois disso, Tite povoou o time dele de atacantes, mas não adiantou. E ainda quase tomou o segundo com Carlinhos que entrara no lugar de Mateus Carvalho, numa ótima sacacão de Abel. Rafinha (excelente volante) entrou no lugar de Fábio Braga, maficou por isso mesmo!

Vitoria fundamental, fora de casa e com um dos postulantes ao título que caso não ocorra surpresas são Flu, Corinthians, Santos e Inter, para mim!

Parabéns, Abel e parabéns, molecada! Agora é foco na guerra contra o Boca, quarta!

Começamos bem a caminhada rumo ao tetra! Eu acredito!

Gol do jogo

Sexta-feira, Maio 18, 2012

ELES DESPERDIÇARAM A CHANCE DELES: ADIÓS, BOCA

Fluminense 0x1 Boca Jrs - La Bombonera

Tricolores,

a nossa derrota ontem foi uma vitória diante das circustâncias do jogo! E uma vitória heróica, bem ao espírito do time de guerreiros.

Os analistas de futebol apontavam a vitória do Boca Jrs. E mesmo sabendo que temos um time melhor que o deles não dá para ficarmos chateados com estes abutres do futebol. Um derrota lá não seria trágica desde que fosse por apenas um gol de diferença e de fato era um resultado plausível embora, todos nós, estivéssemos bem confiantes na vitória.

Dadas as circustâncias, então, este resultado plausível e que aconteceu, foi uma vitória nossa. Jogamos com um time misto em função dos desfalques dos principais jogadores do time Nem, Fred, Deco, e de Valência ou Diguinho. Sim, porque pra mim Jean é titular desse time.

Mas, o determinante para a nossa derrota foi a atuação nefasta do juiz colombiano. O Mr Bean do apito teve uma atuação abominável. Inverteu tudo que pode. Deixou de marcar faltas a nosso favor. E além disso, não marcou um penâlti clamoroso a nosso favor. Inacreditável!
Para completar tivemos Carlinhos expulso por duas jogadas infantis ainda no primeiro tempo. Boca em casa, com juiz a favor e com mais um em 2/3 da partida. Cenário perfeito para definir a classificação. Mas, não o fizeram!
Nosso time foi guerreiro! Abel saiu do 4-2-3-1 para um 4-4-2 com um lozango no meio e dois volantes carrilleros ( que atacam quando estão com a bola, no caso Jean e Wagner) e deu certo. Começamos dominando o jogo e tivemos duas chances. Uma claríssima com Jean e outra com Rafael Moura que quase chegou num carrinho. Depois dos 15 minutos eles reequilibraram o jogo e foram melhores. Aos 30 veio a expulsão do Carlinhos e ferrou tudo. Wagner fez de lateral e passamos para um 4-4-2(na verdade 1)  com duas linhas de quatro. Não deu certo!

Voltamos pro segundo tempo da mesma forma e com o Boca fazendo pressão. E antes dos dez, eles fizeram o gol que seria o da vitória em total falha de marcação nosso
Abel demorou mas colocou Marcos Jr. Tirou Sóbis. O time passou a jogar num 4-1-4-1(na verdade, 0) com Marco Jr  como válvula de escape.

O time desde o começo marcou muito e foi assim até o final. Uns leões. Ainda demos uma pressaozinha no final e quase empatamos numa saída de bola errada dos caras.

Resultado muito bom diante das circustâncias. Quem viu a saída do Riquelme viu a cara de insatisfação dele. Até o diário Olé falou que o Boca foi ajudado pelo Mr Bean do apito.

Nosso time deu liga. Tá focado e teremos as voltas de Nem, Fred, Valência e Diguinho! Vamos com tudo pra cima deles! É pressão desde a  chegada deles no aeroporto até o milionésimo de segundo final da partida!

Eles desperdiçaram a chance deles!





Quinta-feira, Maio 17, 2012

O BOCA, OUTRA VEZ

(Minha coluna de hoje para o site Bendito Flu)

Está virando tradição Fluminense e Boca Juniors se encontrarem em Libertadores. E dessa vez serão quatro encontros numa única edição.

Mas, o que o Boca Juniors tem de tão especial para que alcemos o encontro com eles a status de um confronto difícil e badalado?

Fácil, a resposta.

Primeiro, o time situado no bairro de La Boca em Buenos Aires é o clube mais popular da Argentina, país que é eterno rival do Brasil no futebol e onde sempre se praticou um dos melhores estilos de futebol do mundo. País, aliás, que é celeiro de grandes craques como Di Stéfano, Maradona, Riquelme e Messi.

Segundo, porque o Boca é um time copeiro. Só na década de 2000 levou quatro Libertadores da América e dois mundiais. Time que sabe jogar este tipo de competição.

Por fim, o estádio de La Bombonera que ajuda, e muito, o time argentino. Estive lá este ano na vitória do Flu e vi o quanto a torcida deles empurra o tempo todo e o quanto a acústica do estádio os favorece. Até o placar eletrônico joga junto. É Impressionante!

E desde 2008 temos nos encontrado com os hermanos, sistematicamente.

Nas semifinais de 2008 foram dois grandes jogos. O Boca tinha um timaço com Ybarra, Riquelme, Palácios, Dátolo, e Palermo. O Fluminense, não por menos, tinha Thiago Silva, Conca, Thiago Neves, Cícero, Washington e Dodô. Foi um encontro daqueles.

No primeiro jogo, no campo do Racing, pois La Bombonera estava interditada por causa de brigas, o resultado foi 2x2. Os xeinezes sairam na frente, mas logo em seguida Thiago Silva empatou. Eles voltaram a ficar na frente no placar, mas Thiago Neves soltou um petardo e contou com a colaboração do goleiro para empatar.

Na volta, um jogaço. O Boca tinha um toque envolvente e jogava com muita movimentação, mas o resultado final foi 3x1 para o Flu, com os vinte minutos finais de jogo sendo um passeio do Tricolor, prevalecendo seu melhor condicionamento físico. Dodô entrou, incendiou o jogo e foi premiado com o terceiro gol no final do jogo, sacramentando a ida o Fluminense às finais do campeonato. É importante ressaltar que o primeiro tempo foi uma aula de futebol dos argentinos que só erravam na hora de concluir. Se estivessem com a pontaria boa...

Este ano já nos encontramos com eles duas vezes. A primeira, em Buenos Aires, onde tive o prazer de estar presente para assistir à nossa vitória por 2x1, em uma partida eletrizante e que teve como destaques Cavalieri, Nem, Diguinho e Deco. No jogo da volta, no Engenhão, e já classificados para as oitavas fomos muito mal e perdemos por 2x0 sem termos jogado nada. Um horror! A pior partida nossa na Libertadores, com certeza.

Hoje, teremos mais um encontro com eles. Agora, em mata-mata, o que é muito mais dificil pela tradição deles neste tipo de disputa. Para se ter ideia, antes do Flu de 2008, no Brasil, só o Santos de Pelé tinha conseguido eliminá-los neste tipo de disputa pela Libertadores.

Jogaremos bem desfalcados. Nem, Fred, Valência, Diguinho e Deco estão fora. Iremos de Cavalieri, Bruno, Gum, Anderson e Carlinhos. Edinho, Jean, Wagner e Thiago Neves. Sóbis e Fred. Ao que tudo indica, Abel abandonará o 4-2-3-1 e jogará num 4-4-2 com um losango usando volantes carrileros (que agridem quando estão com a bola) no meio, como jogam os argentinos - e fazendo um espelhamento dos esquemas, o que embola um pouco o jogo. Os nossos carrileros seriam Jean e Wagner. Acho ótimo se fizer.

Será um jogo bem difícil. Precisaremos entrar ligados o tempo todo, marcando forte e tentando agredir sempre o adversário, porém com inteligência. Se eu fosse nossos atacantes, arriscaria muito o chute, pois não considero o Orion um bom goleiro. Toda atenção com Riquelme é pouca. Continua sendo o grande articulador das jogadas do time argentino e tem lampejos de gênio que podem fazer a diferença. Eu poria alguém para fazer uma marcação especial nele.

Vamos para cima com fé, foco, humildade e raça!

Tenho certeza que saíremos de lá, no mínimo com um empate.

Que assim seja.

TRICOLETAS


- A zaga do Flu para o segundo semestre pode ser Lúcio e Anderson Martins. Ambos já foram contactados;
- Nem renova até 2015 e multa é de 20 mi de euros;
- Fred renova até 2015 sem aumento de salário;
- Time para logo mais: Cavalieri, Bruno, Gum, Anderson e Carlinhos. Edinho, Jean, Wagner e Thiago Neves. Sóbis e Rafel Moura.

Terça-feira, Maio 15, 2012

THIAGO NEVES VOLTOU

Eu sei que ele já voltara desde o começo do ano quando de forma espetacular o tiramos do Flamengo, na maior pernada de um clube sobre outro da história do futebol carioca.

Mas, desde a sua volta, Thiago Neves sempre alternava bons e maus momentos, exceto na final da Taça Guanabara quando jogou muito bem e ajudou a contruir o placar de 3x1 que decretou o título do Fluminense e a consequente ida às finais do Estadual.

Depois disso, sofreu com o ainda mau preparo físico por ter se apresentado mais tarde que os demais e com algumas pequenas contusões.

Porém, desde que começaram as oitavas da Libertadores e as finais do Campeonato Carioca que o camisa sete vem jogando muito bem, sendo decisivo e lembrando Thiago Neves da Libertadores de 2008.

No primeiro jogo contra Inter, apesar do 0x0, jogau bem. No segundo, cobrou duas faltas que resultaram nos gols e ainda meteu uma na trave. Contra o Botafogo, no primeiro jogo participou de todos os quatro gols e no segundo deu a virada de jogo que originou no gol da vitória.

Além disso, tem ajudado na marcação e até voltando para auxiliar o lateral. E sendo exímio passador de sempre.

Que continue assim, decisivo e fundamental. Quinta, sem Fred, Deco e Nem, mais do que nunca precisaremos dele. Salve o nosso camisa sete!

Segunda-feira, Maio 14, 2012

31 vezes campeão estadual

Fluminense 1x0 Botafogo - Engenhão - 20.000 - Rafael Moura

Placar agregado: 5x1. Da próxima vez quero um adversário à altura. O Botafogo foi atropelado pelo Fluminense nas finais do campeonato estadual deste ano. No primeiro jogo perdeu de 4x1 e ontem, o Fluminense jogou como quis, controlando o jogo, marcando forte e partindo pro ataque para decidir sem precipitação, ou seja, jogou com extrema inteligência em função do elástico placar construído no primeiro jogo.

E olha que jogamos sem Wellington Nem, Fred e Valência, peças fundamentais no esquema. E o Fred faz falta. Rafael Moura brilha por sua entrega e nas jogadas áreas, mas com a bola nos pés é uma negação. Fosse o Fred naquela bola que ele recebeu de Anderson, após bela jogada individual e o jogo já estaria decidido as 20 minutos do primeiro tempo. Nosso camisa nove faz falta.

Tudo bem que Loco Abreu, um Rafael Moura um pouco melhorado, também perdera um gol feito antes. Aliás, vendo Loco Abreu e Rafael Moura jogarem é que me dou conta de fato do quanto o Fred é craque.

O Botafogo pressionava, mas sem muito perigo. Insistia nas bolas alçadas para Loco Abreu, mas Gum, um leão, ganhou todas por cima.

Deco, infelizmente sentiu e deu lugar para Wagner no segundo tempo. Perdemos qualidade técnica, mas reforçamos o poder de marcação. E o jogo continuava totalmente sob controle. E um pouco antes da parada técnica, resolvemos o jogo de vez. Thiago Neves deu uma virada de bola da direita para esquerda e encontrou Carlinhos livre. Este tabelou com Sóbis, invadiu a área e cruzou rasteiro para que Rafael Moura resvalasse de pantorrilha e colocasse para dentro. Um a zero, Flu!

Se o jogo já estava sob controle ficou mais ainda, principalmente porque o adversário perdeu as poucas forças que tinha. O Flu ainda teve chance com Rafael Moura, mas a contenda terminou com uma a zero pro Flu com direito a gritos de "É campeão", ainda aos vinte e cinco minutos do segundo tempo e gritos de "Olé" ao final. Um supapo no Botafogo.

Depois, foi só comemorar e a festa se espalhou pelos cantos do Rio, mesmo com a chuva que insistia em cair.

A conquista do campeonato pelo Fluminense, foi justíssima e premiou o melhor time do Rio e que toda vez que foi chamado à decisão não fraquejou. Deco foi um maestro neste campeonato e Fred, Nem, Sóbis e Thiago Neves foram decisivos. Abel soube aproveitar o elenco que tem e sobramos nas finais, embora titubeássemos contra os pequenos por conta do uso de time reserva. Nas duas decisões goleamos: 3x1 no Vasco e 4x1 no Botafogo. Para não restar dúvida. Agora, é partir para a conquista da América.

Parabéns, elenco, Abel e diretoria! Sorria, torcida tricolor! Sorria pra chuchu que o campeão é o Flu e o resto vocês já sabem...

######
E que se acabem com estes estaduais falidos. Ontem, deveriam ter colocado a torcida do Botafogo só na Norte e aberto a Oeste pra torcida do Fluminense. O público seria de 36.000 e não 20.000! Cambadade incompetentes!

Domingo, Maio 13, 2012

31o. TÍTULO ESTADUAL, PODE CHEGAR

Hoje é dia de final de campeonato carioca envolvendo o nosso Fluminense. E como goleamos o Botafogo no primeiro jogo é improvável que percamos este título. Podemos perder por dois gols de diferença que nos sagramos campeões. Difícil!

Além disso, nosso time está com moral alta pela goleada e por ter avançado na Libertadores no meio da semana ao vencer o Internaci...onal. O rival, ao contrário, além da goleada imposta pelo Tricolor no primeiro jogo da final, foi eliminado em casa pelo modesto Vitória pela Copa do Brasil. A moral dele está em baixa.

O reflexo disso sê vê inclusive na compra dos ingressos. A torcida do Fluminense já esgotou a sua carga. Pelo lado do Botafogo só foram vendidos três mil ingressos do total de dezesseis mil. E já tem tricolor comprando ingressos do lado do Botafogo.

Nosso artilheiro Fred não vai jogar. Do lado de lá, Marcelo Matos não joga. Rafael Moura entra no lugar de Fred.

Confiança total no título, mas o time tem que entrar ligado, com humildade, e jogar com muita raça, pois só se decide após os noventa minutos. E, não podemos abdicar do ataque.

A taça já sorri porque tem quase certeza repousará nas Laranjeiras esta noite. Pode chegar!
Ver mais

8 · ·

Quarta-feira, Maio 09, 2012

COM OSCAR OU SEM OSCAR

E imbróglio envolvendo o meia Oscar, Internacional e São Paulo continua! Como numa novela mexicana o enredo parece não ter fim nunca.

No fim de semana passado o meia jogou amparado por um habeas corpus do TST muito estranho, segundo alguns advogados, e mais estranho ainda porque o ministro que emitiu o habeas corpus é genro do ex-ministro e presidente do TST Luiz José Guimarães Falcão e este, por sua vez, é conselheiro do Sport Club Internacional.

Para completar, o excelente departamento jurídico do Fluminense liderado por Mário Bittencourt fez uma consulta à CBF sobre a situação do meia, que por sua vez emitiu um parecer dúbio (como não podia deixar de ser) à CONMEBOL que retornou pedindo um posicionamento firme.

O São Paulo, por sua vez, também foi a CBF e esta emitiu um parecer afirmando que o atleta ainda possui vínculo com o clube paulista e este divulgou uma nota em seu site alertando o clube gaúcho.

Pelo que parece, Oscar não tem condição de jogo. Inter não deve arriscar a escalação.

Agora, a pergunta que fica: Oscar é um Neymar ou um Messi? Óbvio que é um bom jogador e vai fazer falta ao já desfalcado Inter. Mas, na boa... Cá pra nós: com Oscar ou sem Oscar, vamos pra cima deles com tudo!

Terça-feira, Maio 08, 2012

A MENTIRA TEM PERNA CURTA

O calendário botafoguense vai só até maio. A única chance de terem alegrias é no carioquinha. Depois é sofreguidão até dezembro!

Domingo, eles estavam realmente confiantes. Acreditavam piamente que tinham um time. Acreditaram que Felipe Gabriel era craque e na invencibilidade no ano. Invencibilidade de pirro, pois tirando os jogos contra os grandes do Rio onde só venceram o Vasco, só enfrentaram times fracos!

O Botafogo é um time de mediano pra bom, e muito aplicado taticamente e só, porém a maioria da crônica esportiva carioca num misto de recalque e burrice resolveu colocá-los como favoritos. Mas, a mentira tem perna curta. Não se sustenta!

Não tem nada decidido. Futebol é o único esporte onde um time mais fraco pode ganhar do mais forte. Muita humildade e foco! Mas, demos um chute nos culhões deles todos! Um, não... Quatro!

Domingo, Maio 06, 2012

COM TODA HUMILDADE: FOI UM MASSACRE

Fluminense 4x1 Botafogo - Engenhão - Fred, Sóbis (2) e Marco Junior

O Fluminense atropelou o Botafogo no primeiro jogo da decisão do estadual de 2012. Não tomou conhecimento da invencibilidade do adversário, que já ocorria há vinte e três jogos, e passou por cima como um rolo compressor. E que fique bem claro: era uma final de campeonato.

O jogo começou muito parelho. Os dois jogaram no mesmo esquema: 4-2-3-1. Mas, quem procurava o ataque o tempo todo foi o Fluminense. O Botafogo limitava-se a tocar a bola e alçar bolas na área para a altura do Loco Abreu. Mas, o Fluminense entregou o gol ao adversário. Aos onze minutos, Edinho poderia ter espanado a bola, preferiu sair tocando e deu no pé do adversário. Não satisfeito, Carlinhos cortou mal a bola que sobrou para Renato acertar um chute indefensável. O Botafogo achara o seu gol.

O Fluminense não se desesperou e continuou seu jogo de toque e idas ao ataque por baixo. Deco, de forma inteligente, recuou para fugir da marcação de Renato e Marcelo Matos e encontrou espaço para jogar.

O jogo era realmente parelho, embora o Tricolor estivesse melhor. Fred deu um toque para o Carlinhos acertar um tirambaço para Jeferson praticar uma bela defesa.Thiago Neves também teve uma chance que Jeferson defendeu e a partir daí o jogo foi inteiramente do Fluminense. Loco Abreu não jogava nada e Maicosuel, idem. Pelo Flu, Deco desfilava seu repertório com belos passes. O Fluminense era melhor, mas o gol não saía.

O fato é que contra craques não há disciplina tática que dê jeito. Carlinhos lança na área, Thiago Neves sobe mais alto que todo mundo e cabeceia pro meio, para Fred, de bicicleta - repito, de BI-CI-CLE-TA - marcar o gol de empate. Isso aos quarenta e quatro minutos de jogo.

O Fluminense voltou pro segundo tempo com o mesmo time mesmo ímpeto de atacar o adversário e com a certeza que a virada era questão de tempo. E ela foi facilitada pela falta imbecil de Lucas (que já tinha um amarelo) em Thiago Neves que resultou na expulsão do lateral botafoguense. Para completar, dois minutos depois, o Fluminense virou o jogo, com Rafael Sóbis que recebeu um passe magistral de Deco, invadiu a área e chutou cruzado no ângulo. O Botafogo, então, se perdeu de vez.

E com um a mais o Fluminense continuou no ataque e antes da parada técnica, já tinha feito o terceiro. Thiago Neves achou Rafael Sóbis que driblou o Jeferson. A bola abriu demais, mas com categoria, nosso atacante ainda conseguiu chutar cruzado para marcar sem goleiro.
Thiago Neves saiu machucado e deu lugar a Marcos Junior, Sóbis ainda perdeu um gol!

O Fluminense passou a tocar a bola e explorar a velocidade de Marcos Junior! E perdeu chances até que Fred recebeu na área e tocou pra o menino Marcos Junior que teve personalidade para fazer o quarto! Detalhe para o passe de pucheta que Sóbis deu para Fred. Sensacional! Depois, foi tocar a bola até o jogo acabar.

Passo importantíssimo para a conquista do campeonato. Não tá nada decidido, mas só uma hecatombe tira este título do Fluminense! Muita calma e concentração! Futebol é traiçoeiro! Parabéns, Abel e elenco!




Sexta-feira, Maio 04, 2012

EM 71, A "GUERRA" DAS TORCIDAS ERA ASSIM

Domingo, teremos mais uma decisão de estadual. Um clássico. E, mais uma vez, como todo clássico regional volta à tema, infelizmente, a violência das torcidas organizadas. Enquanto, a maioria dos torcedores são de bem, vão para o estádio torcer, uma minoria vai para promover baderna e criar confusões. Lamentável!
E isso tudo com a beneplacência do poder público que como medidas para coibir a violência resolve parar de vender bebidas alcóolicas nos estádios e usa a PM para escoltar estes bandidos travestidos de torcedores.

E eu que quero levar meu priminho de onze anos para torcer pro Fluminense na final e ver o time dele ser campeão fico impedido com medo que a violência chegue até ele! Inaceitável!

Um dia, esses bandidos serão proibidos de frequentar os estádios de futebol! Um dia!

Enquanto isso, regojizemo-nos com o trecho do excelente livro "Carioca de 71 - a verdadeira historia da vitoria do Fluminense sobre a Selefogo Alvinegra" falando de como as torcidas se prepararam para a final de 1971.

...

As duas torcidas faziam os seus preparativos para o grande jogo. E provocações de ambas as partes eram comuns no mundo do futebol. O líder da Torcida Organizada do Fluminense, Sérgio Aiub, tinha preparado uma grande festa para o jogo decisivo. Aiub declarou ao JS:

“ Vamos dar um banho na guerra das torcidas. O Maracanã vai ficar branco de tanto pó de arroz. A torcida do Botafogo se sentirá até deprimida. Vamos escondê-la com os 400 quilos de pó de arroz, 600 de papel picado e 60 caixas de serpentina. Só não soltaremos fogos porque não é permitido. Nós nunca perdemos para torcida nenhuma e não será desta vez que nos passarão para trás. Na decisão, o Maracanã será a casa do Fluminense.”

Sergio Aiub fazia questão de explicar que a torcida tricolor estava bem orientada para não cometer excessos e também não provocar ninguém: “Nosso negócio é torcer. Se depender de incentivo, o Fluminense terá muito para vencer o Botafogo e fazer sua festa.”

Do lado de General Severiano, Tarzã, líder da Torcida Organizada do Botafogo, não fazia por menos. Outra coisa que ele dizia ao JS é que ficaria provada no jogo final a força da torcida do Botafogo: “Essa estória de que só temos dezoito torcedores não passa de intriga da oposição. Vamos acabar de vez com isso, pois tenho certeza de que nossa torcida vai comparecer em massa para assistir ao time conquistar o título".

QUARENTA E UM ANOS...

(Meu texto de ontem para o site Bendito Flu)

DEPOIS DA HUMILDADE TER VENCIDO A SOBERBA...

...teremos um Clássico-vovô decidindo um estadual!

Opa! Um parênteses! Sei que os tricolores mais alertas irão dizer: “Lêdo engano, Fluminense e Botafogo decidiram o estadual de 1975”. E retrucarei que é verdade, em partes, pois era um triangular em que o Fluminense já goleara o Vasco - que ganhara do Botafogo, e este precisaria ganhar por três de diferença do Tricolor. Sejamos honestos: no nosso imaginário a última de decisão foi a de 71.

Dito isto... Incrível, mas demorou quarenta e um anos – quase a minha vida toda até aqui – para que Fluminense e Botafogo se encontrassem de novo para decidir um Carioca ou um campeonato que fosse significativo – embora Caixa D' Água, Eurico, Rubinho e cia, tenham conseguido tornar o campeonato carioca quase insignificante.

Um verdadeiro hiato, explicado pelos dois períodos tristes que ambos os clubes passaram em suas historias recentes. O Botafogo, depois do timaço do final da década de sessenta e início da década de 70, passou vinte e um anos sem conquistar um título, entrou em decadência, e só foi conquistar um campeonato em 1989 com a ajuda do contraventor Emil Pinheiro (rubro-negro) que, para cumprir o desejo do filho botafoguense – já morto –, injetou dinheiro no clube e montou um bom time. Pelo lado do Fluminense, após o tricampeonato da década de 80 e o bicampeonato brasileiro de 84, sucessivas gestões optaram pela nefasta política do “bom, bonito e barato” e de forma vil quase acabaram com o futebol do clube que chegou ao fundo o poço com a ida para a terceira divisão do campeonato brasileiro. O futebol no Fluminense que é “Football Club” só não acabou porque o Tricolor das Laranjeiras é um gigante.

Porém, seguindo a máxima de Nietzsche, filósofo alemão, que afirmara que é preciso um caos dentro de si para gerar uma estrela brilhante, ambos os times se reergueram após estes períodos sombrios: o Fluminense já conquistou Brasileiro e Copa do Brasil, além de ter sido finalista de Libertadores, o Botafogo conquistou o seu Brasileiro em 95 e se reestruturou. Mas, por obra do destino, os dois ainda não haviam se encontrado para decidir algo de importância.

A última decisão de real valor foi no longínquo de 1971. O Botafogo tinha uma verdadeira seleção com Jairzinho, Carlos Alberto Torres, Paulo Cesar Caju, Brito, Carlos Roberto (pessoa sensacional com quem eu tenho prazer de jogar bola de vez em quando), o goleiro Ubirajara e Nei Conceição. O Fluminense tinha o time base campeão brasileiro em 1970 com Félix, Marco Antônio, Flávio, Denilson, Lula, Cafuringa, Assis e Galhardo. Zagallo era o técnico em substituição a Telê que se transferira para o Atlético Mineiro onde seria campeão brasileiro.

O Botafogo disparou na frente do campeonato; porém, nas rodadas finais, por um misto de soberba e por problema de contusão de Jairzinho, o time caiu de produção e não ganhou um jogo, enquanto o Fluminense ganhou os três últimos, chegando ao confronto contra o Botafogo em condições de ser campeão. Para tal, teria que vencê-lo. E o fez. E com uma grande pitada de drama e emoção! O gol só saiu aos quarenta e três minutos do segundo tempo quando os alvinegros já gritavam “É campeão” e num lance controverso: Oliveira cruza, Marco Antonio disputa no alto com o goleiro Ubirajara e a bola sobra limpa para Lula colocar para dentro. Marçal, o juiz, valida o gol que daria o título ao Tricolor das Laranjeiras.

Até hoje os botafoguenses fazem uso da sua característica mais peculiar e “choram” este lance. O engraçado é que eles não falam do gol impedido do Túlio que lhes dera o último título brasileiro. Nem do empurrão de Maurício em Leonardo que encerrou o jejum de títulos que perdurara por vinte um anos! De qualquer maneira, não tem choro, nem vela: o Fluminense foi campeão no ano em que o título alvinegro era fava contada. A humildade venceu a soberba.

A partir de domingo que vem, os times mais antigos em atividade no futebol carioca voltam a se encontrar. Fluminense de Fred, Deco, Thiago Neves e Wellington Nem, campeão da Taça Guanabara de um lado; Botafogo de Loco Abreu, Andrezinho, Renato e Felipe Gabriel, campeão da Taça Rio. O Botafogo tem um time azeitado e ainda invicto este ano. Fluminense mescla altos e baixos, mas toda vez que foi chamado à decisão correspondeu, inclusive contra o próprio Botafogo (este, embalado pela recém-chegada à final). Já o Fluminense vem embalado pela excelente campanha na Libertadores da América. Ambos têm compromissos importantes entre os dois jogos decisivos: o Flu pela Libertadores e o Botafogo pela Copa do Brasil.

A decisão será nivelada, mas tenho muita fé no nosso time.

Na minha primeira decisão de Carioca entre os dois, espero sinceramente que vença o melhor e que o melhor, como em 1971, seja o Fluminense, com toda humildade e respeito que faltou ao alvinegro naquele ano.



Vale o registro do depoimento do Marco Antônio ao blog “Mais Memória” sobre o lance fatídico da final de 1971:

“Os caras já tinham tirado foto com faixa de campeão, falavam que não viam ninguém na frente deles. Vocês me viram durante a carreira disputando bola com goleiro? Nunca. Fui naquele lance, pois era um vale tudo. Claro que vão chorar a vida toda dizendo que fiz falta. Se não fizesse, o Bira (Ubirajara) pegaria e acabaria o jogo. Quando o Oliveira cruzou, vim na corrida e fui para o abafa. Sorte, sobrou para o Lula e fomos campeões, para eles aprenderem. – Foi um encontrão. Ele que se chocou comigo. Tinha muita gente na frente do Marçal. Não tinha como ele ver. Quando joguei no Botafogo (anos 80) foi um sufoco ficar explicando aquele lance”.



Ainda sobre o campeonato de 1971, obrigatória a leitura do livro "Carioca de 1971 - a verdadeira história da vitória do Fluminense sobre a Selefogo alvinegra", do historiador tricolor Eduardo Coelho.

Segunda-feira, Abril 30, 2012

Enfim, um vovô

Quarenta e um anos! Sim, esta é minha idade. Quarenta e um anos muito bem vividos por sinal! Mas, a minha idade e o meu viver não interessam. O fato é que nestes quarenta e um anos nunca vi um Clássico Vovô (como é chamado o jogo entre Fluminense e Botafogo, por ser o mais antigo do Brasil) decidir um estadual ou um campeonato mais importante.

Já decidiram turnos de campeonato, mas, nunca um est...adual, Copa do Brasil, Brasileiro ou algo que tenha valor. A útima decisão foi em 1971. Eu tinha um ano e não acompanhei. O Flu venceu. Os botafoguenses choram até hoje (vem de longe essa mania deles) um lance de falta no gol.

Botafogo ficou neste período vinte e um anos sem vencer um campeonato, em 89 e o Flu teve a década de 90 perdida, só salva pelo antológico estadual de 95. A partir dos anos 2000, ambos os times acertaram os ponteiros fora de campo, ainda sim, não se encontrarem em decisões.

Não que ache fora de série um "Fluminense x Botafogo", um jogdo épico. Mas, com certeza não ter assistido a nenhuma decisão que valha entre esses dois times, faltava no meu currículo de torcedor.

Fluminense e Botafogo chegaram por méritos a decisão. Fluminense com melhor elenco e Botafogo com o time mais arrumado. Tem tudo para ser uma bela decisão em dois jogos. Espero que tenha valido à pena décadas de espera. Que vença o melhor e que o melhor seja o Fluminense!

Quinta-feira, Abril 26, 2012

FIM DE PRIMEIRO TEMPO

Fluminense 0x0 Internacional/RS - Beira-Rio - 38.000

Acabou o primeiro tempo da primeira decisão das quatro que teremos para conquistarmos a América. Sim, porque serão quatro decisões em jogos de cento e oitenta minutos. Ontem, jogamos os primeiros noventa minutos dessa decisão com o Inter e se o resultado não foi espetacular por não termos feito gol lá, foi um resultado bom, uma vez que uma vitória simples nos garante vaga nas quartas.

Melhor que o resultado foi a forma como jogamos: concentrado, focado e com a faca entre os dentes. Assim se joga uma Libertadores. Se não fomos muito agressivos, fomos dedicados taticamente, marcamos muito forte e criamos poucas, mas boas oportunidades. Em contrapartida, o Internacional/RS também nos respeitou demais e não encontrou espaços para agredir o Fluminense. O Fluminense criou mais chances do que o Inter no primeiro tempo. Repito, poucas, mas teve mais chances, no primeiro tempo.

Foi um verdadeiro jogo de xadrez com muita marcação de ambos os lados, inclusive com o Inter marcando de forma desleal. O que bateu o Guinazu, o Tinga e o Indio? Se o juiz fosse sério, pelo menos o Guinazu teria sido expulso. Teve um lance em que não satisfeito em fazer falta, saiu pisando no Thiago Neves já caído. Um absurdo!

Voltando ao jogo de xadrez, os espaços eram escassos e ambos tiveram dificuldades em encontrá-los. Pelo lado do Fluminense, Deco era o responsável pela criação das jogadas e Carlinhos e Bruno encontravam algum espaço pelas laterais. Thiago Neves pouco produzia, mas pela sua localização na distribuição tática do time levou perigo em chutes de fora da área. Sóbis jogou bem e deu um chute para importante defesa de Muriel. Quem jogava mal era Fred. Nulo em campo.
Diguinho, antes dos vinte minutos sentiu o tornozelo e deu a vaga para Jean. Pelo lado do adversário, Keber também saiu, machucado. O primeiro tempo terminou com muito estudo, muita marcação e pouca inspiração e oportunidades de gol.

O Inter voltou pro segundo tempo com Jajá no lugar do Dagoberto e com uma marcação pressão forte e adiantada. E foi senhor do jogo até os quinze da etapa final.  Pressionou, partiu pra cima e o Fluminense não conseguia sair do sufoco. Até que "Sua Senhoria" marcou um penalti para o Inter. Edinho tenta ir na bola e acaba acertando Leandro Damião. Não suficiente para fazê-lo cair. Mas, sabe como é atacante, né? E sabe como é o nefasto Paulo César de Oliveira? Marca do cal. Dátolo, o único que criava pro Inter vai pra cobrança. Bate no canto rasteiro, mas Diego Cavalieri pula no cantinho e faz uma excelente defesa.

Os colorados sentiram a perda do pênalti e o Flu conseguiu sair do sufoco a partir de então. E teve uma chance de ouro com Sóbis que driblou Moledo na área e chutou para excelente defesa de Muriel. Se ele tivesse visto o Thiago Neves entrando na área?
O jogo passou a ser equilibrado de novo com o Inter tendo que partir pra cima  e dando espaços pro Flu. Mas, Fred e Thiago Neves estavam mal. Abel tirou Thiago Neves e colocou Lanzini que logo teve uma boa chance, mas chutou pra fora.
No final, uma substituição ousada e inteligente. Tirou Sóbis, cansado e colocou o garoto veloz, Marco Junio (é sem "erre" mesmo). A ideia era colocar o garoto no clima e puxar contra ataques. Pena que a galera não acreditou nele. Abriu para receber duas vezes, mas não foi servido.
O Inter no final ainda mandou uma na trave, mas no sufoco!

Final de jogo. Nossa zaga jogou muito bem, assim como Bruno, Deco e Sóbis. Melhor do Flu: nosso goleirão.
Disputa totalmente em aberto. Mas, basta ganharmos para avançarmos. Jogaremos nos nossos domínios. É continuar com este espírito guerreiro e torcer para que a técnica de alguns jogadores façam a diferença. Confio na classificação, assim como confio no título! Vamos pra cima deles, guerreiros!

Terça-feira, Abril 24, 2012

FINAIS DE DOIS JOGOS

O Fluminense, a partir de amanhã, começa uma maratona de finais de dois jogos. Isso mesmo... Teremos no mínimo duas finais de dois jogos, podendo chegar a cinco.

A primeira final de dois jogos é pelas oitavas da Libertadores e contra o forte Internacional/RS. Depois, teremos a final que é final mesmo de estadual contra Vasco e Botafogo. E a medida que avancemos na Libertador...es estaremos diante de uma nova final.

Em finais, o raça e a entrega importam mais que a técnica, embora a técnica seja muito importante. Portanto, esperamos que este time entre muito focado a partir de amanhã.

Não cabe mais erros. Este time quando precisou decidir, decidiu. Foi assim nos jogos da Libertadores quando ainda não estava classificado e nos jogos finais da Taça Guanabara!

À torcida, não cabe mais chiadeiras, mimimi e reclamações. É apoio até o final e depois que se faça balanço e se cobre mudanças no futebol caso seja necessário! Eu acredito neste elenco! Fé, força e raça!

Sexta-feira, Abril 20, 2012

OITAVAS: PEGAREMOS O TIME QUE PERDEU PRO JUAN AURICH

Ontem, acabou a fase de grupos da Libertadores da América. Fluminense fez a melhor campanha terminando em primeiro no geral e pegará o Inter/RS, o pior segundo colocado e que perdeu vergonhosamente para o Juan Aurich pela última rodada.

Será um confronto equilibrado, porém tenho confiança total no time. Só perdeu pro Boca na Libertadores e sempre que preci...sou decidir este ano ganhou. E ganhou todas fora de casa, inclusive do Boca.

Além disso, o Inter/RS está muito mal das pernas. Com um problema insolúvel de Oscar e com Dagoberto fora. Ainda sim, é um time bom e que tem Leandro Damião, Tinga, Dátolo e D'Alessandro.

A CONMEBOL ainda não definiu a data. Mas, muito provavelmente joguemos contra eles semana que vem em Porto Alegre. Wellington Nem está fora por conta de um estiramento. Söbis que parece estar voltando a sua forma do ano passado entra no seu lugar!

Será um mata-mata daqueles! Mas, não temos que nos preocupar tanto com um time que perdeu para Juan Aurich, concordam?

Quinta-feira, Abril 19, 2012

FLUMINENSE, O MAIOR DRAMATURGO DO PAÍS

Fluminense 2x1 Arsenal - Sarandí/ARG - Carlinhos e Rafael Moura

Tricolores, não tenham dúvidas: o maior dramaturgo desse país é o Fluminense. Nenhum time consegue levar seus torcedores a terem tão fortes emoções em uma mesma partida como o nosso
tricolor. Nenhum timeco nsegue transformar jogos fáceis em novelas mexicanas e todos os ingredientes emocionais ...que estas novelas carregam.

Como na dramaturgia (não na da Vênus Platinada ue tudo acaba bem) o final pode ser feliz ou triste. Normalmente tem sido feliz ultimamente, vide 2009 e 2010 e porque não, 2011, mas sempre tem uma forte carga emocional.

E ontem, não poderia ser diferente. O Arsenal desclassificado e em campo com time reserva. Pouca torcida adversária. Ouso dizer que tinha tanto número de tricolores como o de argentinos
na arquibancada. E mais, o Fluminense jogou bem. Mas, a sua vocação à dramaturgia muda todo o roteiro elaborado para o jogo!

O Tricolor foi senhor do jogo no primeiro tempo. Jogo controlado, com o adversário não agredindo muito e o time tocando a bola (embora com alto erros de passes) e explorando a velocidade de Wellington Nem que criou duas boas chances de gol.

Na metade do primeiro tempo, nosso veloz atacante sentiu uma contratura e teve que sair. No seu lugar entrou Sóbis que aliás jogou muito bem.

Aliás, foi de Sóbis a jogada do primeiro gol. O atacante recebeu no meio, girou para Carlinhos e se deslocou em direçao à ele para receber. Recebeu e tocou por debaixo das pernas do zagueiro
adversário colocando o Carlinhos cara a cara para marcar. E nosso lateral não decepcionou. Estopa!

Voltamos pro segundo tempo do mesmo jeito. Tocando a bola e indo na boa. E tivemos a chance de ampliar. Sóbis deixou Thiago Neves de frente pro crime e o nosso camisa sete que está mal, conseguiu perder o gol.

Depois disso, o Fluminense dramaturgo entrou em campo. Passou a tocar em demasia. O adversário avançou sua marcação e foi um "Deus nos acuda". O time passou a não se encontrar em campo. Ainda houve um penâlti pro Flu não marcado e Rafael Moura serviu à Sóbis que perdeu um gol.

Enquanto isso, o Arsenal vinha pra cima e Cavalieri segurando tudo debaixo das traves. Até que numa falta. Nosso goleiro disputou a bola contra quatro adversários sem marcação, e a bola
sobrou tranquila para o atacante deles marcar. Contenda empatada a sete minutos do fim.

O Flu foi pra cima e o jogo virou um dramalhão mexicano. Logo, em seguida, Sóbis serviu de novo a Thiago Neves que ia driblar o goleiro e foi derrubado. Penâlti bem marcado. Thiago Neves
cobra e perde. Detalhe o goleiro tinha sido expulso e quem defendeu foi um jogador de linha
que teve que ir para o gol. Inacreditável! Nosso camisa sete tá mal!

Parecia que a dramaturgia terminaria com final infeliz, pois com a vitória do Boca, Flu terminaria
em segundo no grupo e perderia a vantagem de decidir em casa na fase de mata-mata.

Imediatamente, Abel Braga, tirou Edinho e colocou Lanzini. O Flu continuou pra cima. E no apagar das luzes, Deco toca pra Lanzini que da intermediária cruza aberto a meia altura. Rafael Moura vem de trás que nem um tufão e cabeceia de peixinho pra o fundo da rede. Gol da vitória! Gol da classificação como primeiro geral do grupo.

Vitória merecida. O Fluminense poderia ter dado de três tranquilo se Thiago Neves não tivesse muito mal. Mas, uma vitória construída pelo dramaturgo chamado Fluminense. Que venha a fase de mata-mata. Preparem suas emoções! Que a novela tenha um final feliz!

Segunda-feira, Abril 16, 2012

TUDO NA VIDA TEM UM CUSTO... TUDO

Fluminense 5x1 Olaria - Volta Redonda - Rafael Moura (2), Deco, Anderson e Thiago Neves

Ontem, aplicamos uma goleada impiedosa no fraquíssimo Olaria, mas a vitória não nos valeu de nada, uma vez que dependíamos de um revés de Bangu ou Vasco para seguirmos adiante na Taça Rio, o que não aconteceu. Perdemos a oportunidade de termos duas chances de matarmos o campe...onato em dois jogos! Mas, ainda temos uma, afinal somos os finalistas docampeonato carioca por termos vencido a Taça Guanabara!

O problema é que poupamos jogadores demais em jogos em demasia para podermos conquistar com tranquilidade a vaga às oitavas ne Libertadores em um grupo muito difícil, e o fizemos! Acho que até foi exagerado esta "poupança" toda, mas também  acho que os jogadores que entraram teriam todas as condições do mundo de garantir a nossa classificação às semi-finais da Taça Rio. Mas, não corresponderam. Sóbis, Moura, Souza, Wagner, Lanzini, Carletto foram muito mal. Além disso, Thiago Neves não é nem sombra do jogador de 2008.

Mas, falar depois da eliminação é fácil! Não pouparia tanto, mas não condeno, pois como a comissão técnica eu avalio que os que entraram tinham totais condições de ganhar de Macaé e Resende!

O chato é que depois da eliminação, como não poderia deixar de ser, as gralhas carpideiras da torcida do Fluminense tinham que escolher um bode expiatório e claro que foi o Abel Braga. O mesmo técnico que pegou o time abandonado pelo rato do Muricy e em frangalhos e teve capacidade para reconstruí-lo, pular da décima-primeira posição para a terceira no Brasileiro de 2011 nos classificando para libertadores que aliás sobre sua batuta está classificado com duas rodadas de antecedência. Além disso, Abel é o mesmo conquistou o título da Taça Guanabara o que levou a sermos finalistas do Carioca! Nada disso vale ou foi apesar dele!

A arrogância da nossa torcida é sem igual! É preciso sempre culpar alguém pelas derrotas como se a vitória do Flu fosse algo inexorável! É como se o Fluminense jogasse o campeonato sozinho ou se não houvesse onze jogadores do outro lado do campo querendo a mesma coisa que a gente!

Sobre a desclassificação, reafirmo, pagamos um preço alto por pouparmos os jogadores, mas o grande vilão se é que existe algum foi a forma como os reservas atuaram quando chamados. Jogaram mal demais contra Resende e Macaé! Paciência! Tudo na vida tem um custo.

O custo pela nossa classificação tranquila para a próxima fase da Libertadores foi esse! Aguardemos nosso adversário na final do Carioca!

Bola pra frente!
 

Quinta-feira, Abril 12, 2012

Flu x Boca:e a rivalidade aumenta

Fluminense 0x2 Boca Juniors - Engenhão - 35.000
E a grande rivalidade da atualidade da Libertadores seguiu em mais um capítulo, ontem, no Engenhão. Dessa vez de forma inédita com um resultado negativo para a nossa torcida! E a derrota foi merecida!

O time mais uma vez em sua história se acomodou com o favoritismo e desta vez foi pior pois, além do sermos melhores que o nosso rival, já estávamos classificados às oitavas da competição. É secular a tradição tricolor de não saber exercer seu favoritimo quando mais precisamos e da mesma forma que é secular a sua capacidade de virar resultados e contrariar prognósticos. Incrível!

O time começou apático, achando que ia resolver a qualquer hora. Marcando com displicência e errando passes bobos. Edinho errou três seguidos com menos de cinco minutos de jogo. Ainda sim, o Fluminense controlava bem o jogo. O Boca marcava melhor e tinha mais sede de vitória que o Fluminense. Mas, não agredia muito!

Tivemos duas boas chances de marcar antes da metade do primeiro tempo, ambas com Fred. Na primeira, nosso camisa nove matou no peito uma bola alçada na área e chutou forte, para defesa no susto do goleiro do Boca. Na segunda, Wellingotn Nem fez excelente jogada pela ponta, mas Fred com medo de dividir com o zagueiro não chutou forte.

Em seguida, os xeinezes acharam seu gol, após uma pixotada de cabeça de Leandro Eusébio, que cortou mal uma bola pra trás. Diguinho, por sua vez, tentou fazer falta e não conseguiu e os caras abriram o marcador.

O Fluminense voltou pro segundo com Jean no lugar de Edinho que vinha de contusão e sentiu a falta de ritmo. O time até que se esforçou para tentar empatar. Mas, jogava mal. Thiago Neves e Fred estavam muito mal. Só Deco e Nem jogavam bem do meio  pra frente!

E em mais uma falha individual  desta vez de Jean - em vez de cortar um cruzamento resolveu tentar dominar e não conseguiu - o Boca fez o segundo. Aí a vaca foi pro brejo!

Abel que já havia sacado Fred para colocar Rafael Moura, tira o lateral Bruno para colocar Lanzini! Queria partir pra cima.

Mas, o time estava de fato mal. Até que Deco faz um lançamento primoroso para Nem que é derrubado na área. Penalty que o juiz não marcou, mas o assistente acusou. Rafael Moura foi pra cobrança e... Perdeu! Como está mal tecnicamente o He-Man!

Infelizmente, o Boca conseguiu a sua revanche após termos ganho deles lá. Conseguiu também sua classificação. Jogamos mal, sem gana e perdemos. Porém, perdemos quando podíamos perder. Que tenha servido de lição! Libertadores não é brincadeira!

Domingo, Abril 08, 2012

AINDA NA LUTA

Fluminense 2x1 Madureira - Conselheiro Galvão - Lanzini e Thiago Neves

Tarde de sábado no subúrbio do Rio de Janeiro, mais precisamente em Madureira. Terra da grandiosa Portela e do Tricolor Suburbuno, o Madureira Esporte Clube! E o Fluminense se deslocou para lá para jogar mas um jogo deste péssimo campeonato carioca.

Aliás, que estádio horroroso este de Conselheiro Galvão. Que péssimo gramado. E as reduzidas dimensões do campo? Tudo isso nivela o jogo por baixo. Até quando?

O Fluminense precisava ganhar para manter as chances de classificação as finais da Taça Rio. Foi com time misto poupando algumas peças: Deco, Fred e Nem. Thiago Neves jogou, até porque precisa recuperar ritmo de jogo.

E o time começou com tudo. Logo de cara fez um gol mal invalidado pelo juiz. Thiago Neves que completara pro gol um cruzamento vindo da direita. A juizada marcou impedimento. Inacreditável! Nosso meia veio de trás em totais condições, totalmente legal.

O Madureira a partir desse começo bom do Fluminense equilibrou o jogo, contando principalmente com as dimensões reduzidas do campo e realizando uma correria e marcação forte. E até assustou, mas esbarrava na péssima qualidade de seus finalizadores.

Fluminense atacava pouco até que Edinho - que jogou muito bem - carregou pelo meio e chutou forte e rasteiro. A bola explodiu na trave e sobrou para Rafael Moura que cruzou para Sóbis escorar de cabeça para que Lanzini pudesse fazer o gol. Um a zero.

O gol deu a tranquilidade que o time queria e o Fluminense voltou a fazer aquele jogo de tocar a bola e tentar sair só na boa. Mas, num cmapo reduzido as jogadas não tinham muita sequencia. O Madureira continuava  imprimindo correria , mas não conseguia finalizar.

O Fluminense, sem jogar muito bem, continuou batalhando em busca do segundo gol, até que Thiago Neves recebeu uma sobra na entrada da área e chutou forte, rasteiro, no cantinho esquerdo do goleiro. Belo gol!

O segundo tempo foi desacelerado. O time criou pouco e o Madureira não assustou muito. Edinho saiu machucado e deu lugar a Jean. Lá pelos quarenta minutos, numa cobrança de escanteio e falha de Diego Cavalieri na saída, o adversário conseguiu seu gol.

O Madureira ainda fez uma pressão no final, mas o Fluminense segurou bem o resultado.

Vitória importante, pois manteve o Fluminense na luta pela vaga. Edinho jogou muito bem e muito bom ver Thiago Neves atuando com desenvoltura. Estamos vivos e na luta pela Taça Rio.





Segunda-feira, Abril 02, 2012

GRUPO FECHADO

Fluminense 1x1 Botafogo – Engenhão – 11.000 – Fred

Infelizmente, ontem não conseguimos vencer o clássico-vovô. E de fato o Fluminense não jogou bem. Embora tenha sido melhor que o adversário no primeiro tempo e tenha tomado o gol em duas falhas individuais do mesmo jogador: o Bruno. Mas, o segundo tempo do time foi horroroso. Porém, se uma coisa o jogo de ontem teve de bom foi a mostra de que o grupo está fechado com o treinador e focado nas conquistas.

O time veio de uma semana desgastante. Jogo sábado passado pelo Carioca e uma viagem longa e cansativa de ida e volta até Barinas, na Venezuela, com a vitória sobre o Zamora. Chegaram no sábado para jogar no domingo. Abel falou que iria pro jogo quem não estivesse sentindo a viagem. E todos quiseram ir a campo. Sem exceções. Mostra a determinação desse time. Sabiam que era um jogo fundamental para as pretensões na Taça Rio. E entraram e brigaram pelo resultado.

Sobre o jogo em si, o Fluminense começou no seu estilo, se impondo com maior posse de bola e indo só na boa! E até teve chances, como a do Fred que após falha de Jeferson quase fez de cabeça. Mas, esbarrou no mau dia dos seus principais articuladores: Deco e Thiago Neves. Aquele ainda conseguiu fazer algo, como no passe longo para Nem no gol do Fluminense. Mas,  Thiago Neves não jogou absolutamente nada. Aliás, vem mal o nosso camisa sete.

Lá pelos quinze minutos, o Botafogo apertou a marcação e passou o a jogar mehor. E num lance de duas falhas do mesmo jogador conseguiu o seu gol. Bruno saiu jogando errado e perdeu a bola na metade do campo. Tentou recuperar e perdeu na trombada com Elkeson. Este entrou, fez dois, um com companheiro e recebeu livre na área para marcar!

O Fluminense não sentiu o gol. Outro ponto positivo do time: não se abala quando está atrás no placar. Continuou tocando a bola para encontrar os espaços. E até que Nem se deslocou pela direita percebendo os espaços deixados pelo lateral esquerdo adversário, e num desses deslocamentos recebeu um belo passe de Deco e cruzou rasteiro de direita para Fred marcar. Contenda empatada.

O segundo tempo foi triste. Os dois times mal. Deco já não articulava mais nada e nervoso. Só não foi expulso porque o juiz era fraco. E o Botafogo nas poucas vezes que ia ao ataque levava perigo. Tanto que meteu duas bolas na trave. Uma, no último minuto do jogo. Edinho entrou no lugar de Valência machucado e aí foi o desastre completo do time. Fred deu lugar a Rafael Moura e Sóbis entrou no lugar de Nem. Sóbis ainda deu dois chutes perigosos, mas foi só.

Fim de jogo e um empate que foi melhor pro Botafogo que pro Fluminense que continua em situação perigosa na Taça Rio. Mas, que também demonstrou a força e união desse grupo que foi a campo mesmo depois de uma viagem desgastante no meio de semana. Estamos no caminho certo. Parabéns pelo espírito de luta, guerreiros!

Sexta-feira, Março 30, 2012

CEM POR CENTO PERFEITO

Fluminense 1x0 Zamora - Barinas/VEN - Rafael Sóbis

Mais um jogo pela fase de grupo pela Libertadores/2012. Mais uma vitória. Cem por cento de aproveitamento em quatro jogos. Melhor defesa do campeonato e primeiro clube classificado às oitavas com duas rodadas de antecedência. Este é o Fluminense!

O time não jogou de forma exuberante! Jogou com o regulamento debaixo do braço uma vez que o empate já o classificaria. Apesar do adversário ser fraco, não dá para marcar bobeira em Libertadores. E o time jogou focado, tocando a bola, e indo na boa.

E mesmo com o freio de mão puxado o time criou poucas, porém claras oportunidades de gol. Aconteceram dois penâlties claros: uma em Nem que ia driblando o goleiro e foi derrubado. E uma que bateu na mão do zagueiro.

Aliás, o juiz foi um capítulo à parte! Além de não dar estes penâlties, junto com o bandeirinha marcou um impedimento erroneamente em Fred em uma situação clara de gol. Inverteu faltas e marcou faltas inexistentes de ataque do Fluminense .

No segundo tempo, o panorama do jogo não mudou muito. Time tocando a bola, marcando muito e só indo na boa! Fred teve uma grande chance quando Thiago Neves de cabeça o deixou de frente pro crime. Nosso camisa nove mandou por cima do goleiro, mas o zagueiro tirou de cabeça!

Abel, tirou Nem e colocou Sóbis. E a substituição surtiu efeito. Sóbis cobrou uma falta e ela desviou na barreira e morreu no fundo da rede!

O gol deu ainda mais tranquilidade ao Tricolor que continuou tocando a bola e esperou o tempo passar.

Libertadores é assim: foco, garra, marcação e técnica. Quem quiser show que vá pro circo! Parabéns, Abel! Parabéns, guerreiros!

Terça-feira, Março 27, 2012

Extra! Extra! “O Fluminense está em crise!”



(Boicote à imprensa marrom)

Há décadas, existe um comportamento por parte da grande imprensa esportiva do Rio de Janeiro de subverter o que cerca as coisas do Fluminense. Não é nenhuma novidade: basta dizer que, quando o gênio Nelson Rodrigues criou a expressão “idiotas da objetividade”, disparou tiro certeiro contra redações e estúdios de rádio que minimizavam o Tricolor com tempero de escárnio. Apesar de ser um dos mais vitoriosos times na história do futebol brasileiro e prestes a completar 110 anos de vida, conta-se nos dedos as vezes em que alguns “isentos” profissionais da imprensa apontaram o Fluminense como favorito a uma simples vitória num clássico, quanto mais a um título. Dadas as estatísticas Tricolores, é de se supor que erraram muitas vezes nas estimativas.

As décadas têm passado e o referido comportamento só tem piorado. Longe de se querer tratar o Fluminense como “maior da galáxia” ou outras expressões megalômanas que cabem melhor noutras cores, o que o torcedor Tricolor espera é tão-somente o tratamento correto e profissional dos meios de comunicação para com as coisas do clube, do time e de tudo que lhe diz respeito. O auge da perseguição ao Fluminense se deu em nosso pior momento – o fim dos anos 90. Combalido por conta de desorganização interna, más campanhas, mas também de regulamentos curiosos e uma propaganda negativa que ressuscitou os anos 30 na Alemanha, o Fluminense se transformou no maior vilão de todos os tempos do futebol brasileiro, sendo achincalhado dia e noite por muitos profissionais da informação. Este mesmo achincalhe, contudo, não foi verificado nas nebulosas situações extra-campo ocorridas em 1996, 1997 e 1999, com claros favorecimentos a outros times; muita coisa foi escondida ou mesmo “esquecida”. Mas o plano fracassou: depois de tudo o que sofreu, o Fluminense recobrou suas forças, aos poucos voltou ao lugar de onde jamais deveria ter saído, conquistou títulos nacionais importantes, deu a volta por cima e tem sido um dos mais destacados times no cenário sulamericano, com constantes presenças na Libertadores da América – tudo, claro, com a permanente oposição de alguns setores da “grande imprensa”. Isso parece trazer verdadeiro pavor àqueles que têm lucrado muito com a dilapidação da imagem do Fluminense na mídia.

Mesmo tendo sido o campeão brasileiro de 2010, disputado com garbo o título nacional de 2011 até as últimas rodadas e sendo hoje o maior pontuador da Libertadores da América, o Fluminense vive dois mundos: um deles, o real, do dia a dia com o trabalho de jogadores, comissão técnica e diretoria (mais o apoio da torcida), onde muitas coisas precisam ser ajustadas mas, ao mesmo tempo, o Tricolor vive a boa fase na competição internacional e já está na final do campeonato estadual (onde foi tido como pré-eliminado); o outro, virtual, criado pela imaginação fértil de alguns parajornalistas, onde tudo cheira a crise, bebedeiras, safadezas, desordens, insatisfações e que precisa necessariamente desaguar em fracasso, temperado com vaidades, desmandos e outros itens de baixos teores. Os recentes - e super-inflados - episódios envolvendo os nomes dos jogadores Fred, Thiago Neves e Rafael Moura, mais o treinador Abel, endossam o verdadeiro abismo que separa a realidade do Fluminense do que é publicado diariamente em alguns dos principais veículos de comunicação do Rio de Janeiro – problemas podem existir, claro, mas tudo o que vem do Fluminense é tratado com desdém e deboche: a quem tiver dúvidas, os arquivos da Biblioteca Nacional têm farto material septuagenário a respeito em seu acervo de periódicos.

Por outro lado, alguns parajornalistas encontram-se em profundo desconforto com o surgimento das novas tecnologias, o avançar das redes sociais e a criação de blogs e sites especializados, dotados de muitos profissionais de garbo, capacidade e respeito, remunerados ou não – aliás, tratados jocosamente por alguns deles como “patota”, em evidente demonstração de preocupação com a suposta “concorrência”. Blogs e sites segmentados têm posto em xeque a “pedra filosofal” que esta mesma parte da imprensa convencional se baseia para proclamar factoides, comprometida com a desinformação e o atraso. O recente episódio da transferência do jogador Thiago Neves expôs abertamente esta dicotomia entre a forma como a imprensa marrom trata a notícia, - de acordo com os seus interesses - e os portais de conteúdo tricolores, que sempre procuram passar a verdade, sem interesses particulares. Importante ressaltar: o torcedor do Fluminense não quer ver seu time tratado como o melhor do mundo nos jornais; exige apenas uma cobertura digna, isenta e desprovida de rancores. Dispensamos a imprensa marrom, apenas isso. Queremos ver nos noticiários o mundo real, e não o imaginário criado por maus profissionais da imprensa que, em seus delírios, tratam o Fluminense como um grupelho de boteco, em permanente situação problemática e incapaz de ganhar um cara-ou-coroa.

Hoje, terça-feira, estamos às vésperas de um jogo decisivo para a ratificação de nossa classificação na Libertadores, além de um clássico decisivo contra o Botafogo no domingo pela Taça Rio. Como SEMPRE acontece em momentos assim, o foco de algumas notícias deixa o gramado e passa para a tentativa de se criar um clima problemático ao Fluminense. Será que os redatores são tão ingênuos a ponto de não perceberem a sazonalidade do que publicam quando querem malversar o Tricolor? Pode ser, mas o torcedor do Fluminense não é.

É hora de dar um basta a esse processo de difamação e calúnia que nosso time vem sofrendo ao longo das décadas. Várias das inverdades publicadas regularmente sobre assuntos do Tricolor têm objetivos escusos e vis, comprometidos que são com causas financeiras e jamais com a isenção da informação, fundamental para a credibilidade de quem publica. O que determinados veículos buscam ao ridicularizar o Fluminense em suas publicações é simplesmente audiência, tanto virtual quanto real.

Parte da mesma imprensa convencional, contudo, não está contaminada pelos poluentes já referidos acima, assim como muitos blogs e sites segmentados, onde se pode ler, ver e ouvir o que realmente acontece no cotidiano de Alvaro Chaves sem máscaras, distorções e falácias. É hora de boicotar e repelir profundamente as “notícias de três linhas sem fonte”, as “notas de rodapé com bombas a explodir” e congêneres: simplesmente ignorá-las, não reproduzi-las e deixar que escorram no ocaso que merecem. A cada ataque da grande imprensa faz-se também a necessária defesa da instituição Fluminense, seja nas peladas, nos bares, nas praças e principalmente no grande instrumento que é a Internet. No momento em que o clube é atacado não cabe a silêncio omisso ou a reprodução vazia das notícias fantasiosas. Se querem audiência barata e fácil, que procurem-na noutros grupos, e não na maravilhosa massa de milhões dos torcedores do Fluminense que já não tem mais paciência para tanto descaso, desrespeito e inverdades.

Hora de dar um basta nas manchetes fantasiosas de cinquenta centavos, nos discursos ocos de quem falta com a verdade, na subversão do compromisso essencial da imprensa que é a credibilidade.

Nada de palavrões, agressões verbais, truculência. Simplesmente o repúdio e o mais intenso boicote aos que insistem em subverter as verdades do Fluminense. Simplesmente a linguagem do bolso, que eles entendem muito bem.

Hora de separar o joio do trigo. O caráter da imprensa, tão importante em qualquer sociedade, não pode se transformar nesse pastiche quando se trata do noticiário a respeito do Fluminense. Valorizemos os bons e corretos profissionais que trabalham com o tema Fluminense e dispensemos os que se opõem a isso. A queda de audiência dos que insistem em ridicularizar a centenária casa das Laranjeiras é o primeiro passo para que o torcedor do Fluminense seja dignamente respeitado. Os grandes portais, sites e blogs Tricolores, além de alguns profissionais corretos e competentes da imprensa convencional, constituem fonte suficiente para a adequada e verdadeira informação a respeito do Fluminense.

Boicote à imprensa marrom já!

Beto Meyer – Portal Torcida Tricolor
Marcus Vinicius Caldeira – Blog Tricolor de Coração
Paulo-Roberto Andel – Blog Bendito Flu/ Fluminense & Etc
William Vianna – Blog Bendito Flu/ Fluminense & Etc
Hugo Ottati – Blog Buteco do Tricolor
Mitchell Rosemberg – Portal Pó-de-Arroz
Rodrigo Barros – Portal Pó-de-Arroz
Marco Velloso – Fundador da FluNews

Segunda-feira, Março 26, 2012

Os 'pinóquios', a mentira e o clipping

Seria cômico se não fosse bizarro. Hoje, o "grandioso" jornal Extra publica uma matéria sobre uma suposta crise interna no Fluminense. Na matéria, o jornal afirma que Fred, Carlinhos e Rafael Moura estariam insatisfeitos com os salários e por conta do que ganha Thiago Neves que voltou este ano ao Tricolor das Laranjeiras.

Como pode o Rafael Moura estar insatisfeito com o salário se acabou de renovar com o clube? E a cara do Fred, sábado, de instatisfação com o salário, durante  jogo? Que acham?

O pior, é o fato do jornal sustentar a tese de que a comemoração feita por Fred e cia. no sábado, imitando o gesto de "o salário, ó" da Escolinha do Professor Raimundo fosse porque estavam reinvidicando o salário. Inacreditável!

Esse jornal desde a sua existência tenta plantar crises no clube. É o braço mais forte da chamada Fla-press, ou seja, Organizações Globo. E o jornal não tem pudor nenhum no que faz. Até perseguir atleta na rua como fez com o Fred e como faz com o Adriano, o jornal faz.

Este jornal tem como colunistas esportivos principais, Gilmar Ferreira e Marluci Martins. Péssimos jornalistas, por sinal, que não conseguem se desvincular da paixão clubista e o primeiro, totalmente adequado ao jeito flapress das Organizações Globo de tratar o futebol.

Gilmar Ferreira foi desmascarado no episódio Thiago Neves. Foi até o último momento afirmando que o jogador não ia para o Flamengo. Chegou a declarar na rádio Globo a seguinte pérola: "Eu já vi muita coisa mudar no futebol. Quem sabe não vem um empresário, um Eike Batista, e coloca dinheiro no Flamengo e o Thiago Neves fica". Sensacional, não. Na semana seguinte profetizou: "Não tá nada definido no caso Thiago Neves. Léo Rabello dará uma coletiva que irá mudar tudo". O final já sabemos!

Marluci Martins era de "O Dia" e veio pro Extra. No "O Dia" se posicionou várias vezes contra o Fluminense, chegando a agredir o clube em casos como o do Leandro Amaral. Recentemente, soltou a pérola de que Abel não fica em 2013 e o "furo" que Bernardo estava negociando com o Fluminense.

Ano passado, o jornal Extra foi o articulador da lamentável perseguição de torcedores a Fred quando este estava num bar. E agora agindo como paparazzi fica atrás do Adriano onde ele estiver, fora do clube! Ridículo!

Para completar o cenário triste temos o site NetFlu, o site sobre o Fluminense mais acessado, clipando tudo sem pensar na qualidade da notícia ou veracidade da mesma! É um modus operandi deles. Fazem clipping. Mas, na boa... Um filtrozinho em função da confiabilidade da fonte cairia bem. O Extra e seus articulistas não têm credibilidade nenhuma provada ao longo do tempo. E o caso Thiago Neves expôs isso da forma mais aberta possível!

Não sou jornalista. Mas, se faço clipping e tem uma fonte de demonstrada falta de confiabilidade em suas notícias, eu vou clipar?

Hoje, quando eu leio o Netflu, eu vejo a fonte primeiro. Se for Extra, O Globo, Gilmar Ferreira, Marluci Martins, nem leio. Ou leio para fazer a crítica! Mas, nem todo mundo é assim!

Já passou da hora dos tricolores separarem o joio do trigo. Deixar de lado certos órgãos de imprensa! Confiarem nos portais tricolores. Entender que há uma má vontade com o clube, como havia com o Vasco na década de 90. Para as Organizações Globo o que importa é o Flamengo. Qualquer clube que ameace a sua hegemonia nos certames será defenestrado.

Tricolores, cuidado com parte da imprensa!

Os cães ladram e a caravana passa! O Fluminense e sua torcida são maiores que tudo isso!



Sábado, Março 24, 2012

TRÊS PONTOS E MUITAS PIPAS

Fluminense 2x0 Bonsucesso - Moça Bonita - Fred (2)

Foi um jogo bem tranquilo no péssimo estádio e gramado de Moça Bonita. O Fluminense, com o time titular menos Thiago Neves que se recupera de contusão,  ganhou do Bonsucesso antes da metade do fim do primeiro tempo. Isso mesmo, aos 16 minutos do primeiro tempo o Fluminense já tinha resolvido a parada.

Logo aos quatro minutos, Nem entrou pela direita e cruzou para  Fred empurrar pra dentro com o pé direito. O Fluminense continuou no abafa e aos dezesseis minutos, Nem, de novo, recebeu de Araújo e ao driblar o goleiro foi derrubado. Penâlty bem marcado e convertido por Fred!

Enquanto isso, inúmeras pipas bailavam no ar de Bangu e muitas delas caiam no campo. Era um tal de enrolar linha. Tirar pipa...

A partir daí o time tirou o pé do acelerador e passou a tocar bola no péssimo gramado de Moça Bonita. O Bonsucesso chegou a dar umas estocadas no ataque mas, nada que oferecesse algum perigo maior.

No intervalo, Fred pede pra sair por dores e o time volta com Rafael Moura no seu lugar! O jogo continua sob controle, porém com o Fluminense sem o pé no acelerador. A melhor oportunidade foi com Deco que recebeu de Bruno na área e chutou no trave superior.

Abel ainda colocou Rafael Sóbis no lugar de Araújo e Wagner no lugar de Nem. E o panorama permaneceu o mesmo. Fluminense com o jogo dominado e o Bonsucesso sem oferecer perigo.

Fim de jogo, três pontos conquistados e muita reclamaçao por jogar em Moça Bonita... Pasmem... Por causa das pipas. O que menos atrapalhou foram as pipas. Só pelo gramado horroroso,  já deveria se proibir de se realizar jogos ali.

Por favor, sem drama com as pipas, brincadeira popular há décadas no Brasil! Pipa é tudo de bom. Aliás, neste domingo se o tempo permitir colocarei minha pipa do Fluminense no ar. Amo!

Segunda-feira, Março 19, 2012

E OS RESERVAS DE LUXO, HEIN

Sábado, mais uma vez escalamos corretamente um time misto e mais uma vez os reservas que entraram fizeram um papelão. Jogaram nada. Alguns, inclusive de má vontade como o caso do Rafael Moura! E como consequência, a terceira derrota na Taça Rio deixando-nos numa posição muito ruim na tabela. De sorte que já estamos nas finais do Carioca!

A diretoria mandou muito bem contratando jogadores "de peso", bons de bola e que seriam titulares na grande maioria dos times brasileiros para formar um elenco que pudesse disputar bem todas as competições. Para que pudesse poupar os titulares sem perder a qualidade. E isso desde o ano passado!

Mas, o fato é que Rafael Moura, Sóbis, Souza (esse nunca jgou bem no Flu), Lanzini, Wagner e Thiago Carletto tão jogando nada. Dos reservas de luxo, só o Araújo está jogando alguma coisa! Não sei o motivo: falta de motivação, de condicionamento, má vontade ou ambos. Mas, todos estes jogam muito mais bola do que vem jogando!

Rodrigo Caetano, Sandro Silva e Abel braga precisam identificar isso e resolver  este problema o mais rápido possível. Chamar à responsabilidade estes jogadores. Ganham bem e em dia e não para serem titulares. Ganham muito bem para atuarem bem, quando solicitados. A hora é essa! Depois pode ser tarde demais!


Sábado, Março 17, 2012

UMA CHAMADA NO PÉ DO OUVIDO DE ALGUNS RESERVAS, POR FAVOR

Fluminense 1x3 Macáe - Moça Bonita - Matheus Carvalho

Mais uma vez o time misto do Fluminense é derrotado por ele mesmo no campeonato carioca. Os reservas que entraram têm totais condições de vencer qualquer time pequeno neste campeonato. Mas, o fato de estarem jogando mal ou de má vontade faz com que os resultados acabem não aparendo. E uma parte da louca (no sentido ruim) torcida do Fluminense mais uma vez pede a cabeça de Abel, mesmo com os seus resultados excelentes.

A verdade é que mais uma vez enfrentamos um time que joga na retranca explorando contra-ataques. Assim como foi contra o Zamora no meio de semana pela Libertadores. E enfrentaremos muitos times assim. Quem jogar de igual para igual com o Fluminense terá dificuldades para nos vencer.

Mas, desta vez o adversário foi bem eficaz nos seus ataques, como fora o Flamengo na semana passada. Em ambas as partidas chegamos ao gol adversário três vezes ou mais que o adversário chegou no nosso. E por falhas de nossa defesa e nosso ataque, eles fizeram os gols e nós, não! Detalhe: isto só ocorre com o time misto. O time titular, mesmo nas dificuldades, tem superado os adversários. E não dá para colocar na conta da qualidade de Nem, Fred, Thiago Neves e Deco. Thiago Neves não jogou quarta passada e Deco e Fred foram muito mal. Acho que em parte se explica pela motivação. O time entra relaxado nestas partidas pelo Carioca, pois já está na final. Na Libertadores entra mordendo o tempo todo.

O péssimo campo no Carioca também explica as derrotas. Moça Bonita é um pasto. Nivela por baixo o jogo e isto é melhor para os adversários com menos qualidade técnica.

Mas, boa parte da explicação é encontrada na baixa produtividade de alguns reservas. Alguns estão muito mal em relação ao que jogaram em anos anteriores.

O maior exemplo é Rafael Moura. Tá jogando nada. Não lembra nem em sombra o Rafael Moura que veio do Goiás e que fez excelentes partodas ano passado. Lanzini também está muito mal. E Sóbis e seus tirambaços? Este não apareceu este ano.

Junte-se a isso, o Souza que é de um descompromisso só. Ainda não sei o que ele faz no clube. Soma o Gum que não é o Gum guerreiro de antigamente, o  Araújo que quando estava melhorando se machucou de novo, e Wagner que veio como uma grande contratação e ainda não jogou nada e temos um time misto que toda vez que joga, ou perde ou ganha no sufoco!

É preciso que Abel e comissão técnica detectem o que está acontecendo e atuem para resolver isso. Caso contrário teremos que jogar com os titulares, sempre!

Sobre o jogo de hoje, mais um ataque contra defesa por parte do Flu em relação ao adversário sendo que desta vez eles foram competentes nas poucas vezes que atacaram e a gente, incompetente na defesa quando eles fizeram estes poucos ataques. E nosso ataque foi de uma incompetência só. Nada que abale a estrutura do time. Mas, vale a chamada no pé do ouvido dos jogadores reservas! Urgente!





Quinta-feira, Março 15, 2012

GOLEAMOS

Fluminense 1x0 Zamora - Engenhão - 23.000 - Anderson

Foi difícil! Muito difícil, mesmo! Não que o adversário fosse um bom time. Ao contrário, é um time horroroso. Mas, sabe de suas limitações e por isso mesmo joga numa retranca incrível. Se armam num 4-5-1 com todo mundo marcando atrás da bola!

Mas, o pior não é a retranca em si, e sim o antijogo praticado pelo time venezuelano. Não por causa de faltas desleais ou jogo duro, mas pela cera exagerada que começou logo com cinco minutos de jogo. Pasmem! Isso mesmo! Com cinco minutos de jogo os caras já não queriam jogo.

O Fluminense entrou no seu 4-2-3-1 com Sóbis no lugar do Thiago Neves que para por quinze dias. Além disso, o time continuou aplicando sua marcação forte no campo adversário como tem feito nos jogos importantes. Mas, o melhor foi ver a paciência que o time teve em fazer rodar a bola até tentar chegar na área adversária!

Mas, além da retranca, o time teve muita dificuldade porque suas principais peças jogaram mal. Fred e Deco irreconhecíveis e Sóbis e Rafael Moura, quando entrou, também não ajudaram. Aí, fica difícil furar retranca.

Ainda sim, o jogo foi um ataque contra defesa. O Zamora teve uns cinco minutinhos de pressão em escanteios no primeiro tempo e uma pressaozinha no final, mas todo o resto do jogo foi ataque contra defesa. Wellington Nem deslocando muito não contava com a ajuda de Fred no ataque que só vivia impedido e se mexia pouco!

Pro segundo tempo, Rafael Moura entrou no lugar de Sóbis que estava mal. Quando pensávamos que o Flu viveria de chuveirinhos na área, o time continuou tocando bola! Excelente! Mas, não penetrava no ferrolho venezuelano.

Até que Rafaell Moura, recebeu pelo meio, mata no peito toca pra Anderson que acerta um tirambaço de fora da área, no cantinho esquerdo do goleiro! Golaço! Gol do desafogo! Gol da vitória!

Em seguida, Abel sacou Deco e colocou o Lanzini. O time melhorou um pouco, mas ainda esbarrava nas péssimas atuações do Fred e Rafael Moura! Em compensação não éramos atacados. O Zamora só deu um ataque perigoso e até poderia ter feito o gol. Mas, foi numa falha conjunta do Euzébio e Diguinho.

Fim de jogo e uma vitória preciosa. Difícil de ser construída. Mais difícil até que a vitória contra o Boca em La Bombonera, pois este deixa jogar. Vitória que nos mantém lider com cem por cento no grupo e no geral da Libertadores.

Valência e Diguinho jogaram muito e tiveram seus nomes gritados no fim do jogo! Estamos no caminho certo! Parabéns, Abel, time e torcida!

Quarta-feira, Março 14, 2012

PORTÃO QUE PASSA BOI, PASSA BOIADA

Hoje, teremos um jogo contra o time mais fraco do nosso grupo. O jogo é no Engenhão e temos tudo pra sair vitoriosos e com cem por cento de aproveitamento no grupo!

Porém, em Libertadores, nada é fácil. O Zamora jogou contra o Santos na casa dele num 4-5-1. Imagine como jogará o time venezuelano aqui no Rio de Janeiro. Retranca total. Até porque não tem qualidade para sair para o ataque contra o Fluminense.

Portanto, muito provavelmente, enfrentaremos uma retranca muito forte. E o segredo vai ser o ataque constante e a paciência para furar esta retranca. Temos que tocar a bola até conseguir penetrar na área adversária em condições de marcar o gol. Nada de chuveirinhos e lançamentos longos!

Espero que a torcida entenda que teremos que ter calma e paciência para furar esta retranca. Mas, com certeza, ao furá-la será quele chavão: "Portão que passa boi, passa boiada". Golearemos!

Terça-feira, Março 13, 2012

CARTA ABERTA AOS CORNETEIROS DE PLANTÃO

Boa parte da torcida do Fluminense a cada dia que passa consegue se superar em termos de cornetagem, de reclamações exarcebadas e descabidas e em total falta de compreensão do momento em que vivemos e com isso não para de cornetar o Abel Braga e o time! Inacreditável!

Ano passado, após Muricy Ramalho fazer aquela sacanagem e largar o time da forma mais nefasta possível nos deixando sem pai nem mãe, a diretoria resolveu contratar e esperar por três meses o Abel. Este sim, diferente do Rato, cumpre contratos. Pois bem, ficamos este tempo todo com interino e ainda tivemos que aturar o tempo necessário para Abel acertar o time. E acertou. Saímos da décima-primeira colocação para a disputa do título até a penúltima rodada. E nos classificamos para a Libertadores terminando em terceiro.

Mas, a torcida é incapaz de reconhecer isso: "'Tínhamos time para sermos campeões". "Abel, burro". Bradavam alguns tricolores. Foram incapazes de fazer uma análise da conjuntura e observar que foi um grande feito, dado o que aconteceu no ano.

O ano começou e o carioca também e como sempre atrapalhando a preparação. Não dá para colocar o time nos eixos com menos de dois meses de preparação. Ganhamos a primeira, um tropeço contra o Boavista (que estava treinando há séculos) e uma derrota com total ajuda do juiz para o Vasco e começou de novo: "Fora, Abel". 

Fluminense estreia contra o Arsenal ganha o jogo e ainda sim a inteligentzia tricolor: "Fora, Abel". "Ganhamos, apesar do Abel". Eu vos digo: "Ganhamos, porra". Renato e Muricy não ganharam nas suas estreias em Libertadores pelo Flu. Abel ganhou.

Depois do inicio titubeante no Carioca, Abel e o time se fecharam e conseguiram a classificação para as finais do campeonato. Passamos pelo Botafogo nos penals e demos um chocolate em campo na final contra o Vasco. O jogo não foi sete a dois pro Flu por que os deuses não o quiseram. Fluminense campeão da Taça Guanabara e classificado para a final do Carioca. Bem, os corneteiros pararam!

O Fluminense tropeça na estreia da Taça Rio e de fato os corneteiros pararam. Realmente não tinham argumentos. Ia beirar o ridículo qualquer reclamação.

Fluminense vence o Boca numa noite épica. Só quem foi lá, como eu, pode entender o que foi aquilo. Ainda sim, alguns corneteiros reclamaram porque o Abel colocou o Edinho. Incrivel, não?

Quatro dias após a épica vitória contra o Boca, escalamos um time com sete reservas contra o Flamengo e perdemos um jogo em que dominamos e que o time vencedor teve seu goleiro como o melhor jogador. Pronto! Bastou para os corneteiros voltarem com toda a força! 

Isto é inacreditável! O Fluminense vive um momento incrivel! Campeão da Taça Guanabara, classificado para a final do Carioca, lider com cem por cento de aproveitamento na Libertadores e acabou de ganhar o Boca Jrs em La Bombonera, feito até então só alcançado por três times brasileiros.

Na boa, tão reclamando de que? 

Todo apoio a Abel Braga e seus comandados que vêm fazendo um trabalho incrível! Abel Braga é o melhor para nos conduzir ao titulo da Libertadores. Seus resultados provam isso! Só não enxerga isso, os que querem fazer política ou não entendem minimamente de futebol, o que infelizemente é boa parte da torcida do Fluminense! 
São corneteiros natos e a estes eu digo: "Deixem o Abel trabalhar em paz".